Afonso Leitão conta como localizou pertences roubados com a ajuda da PSP
Após deixar uma mala na Primark, o jovem viveu uma verdadeira aventura para conseguir recuperar a carteira e as chaves do carro.
Afonso Leitão partilhou esta manhã na casa do Desafio Final uma história insólita que viveu há alguns meses.
O concorrente relatou que se esqueceu de uma pequena mala da marca Louis Vuitton numa loja Primark e, ao perceber que a mesma tinha sido furtada, iniciou uma investigação com a ajuda das autoridades.
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Tudo aconteceu num centro comercial em Lisboa, pouco antes da hora de fecho. O jovem explicou que se sentou perto de um manequim e acabou por deixar a mala para trás. Quando deu pela falta do objeto e voltou ao local, já tinha desaparecido. Sem hesitar, dirigiu-se logo à esquadra para apresentar queixa, uma vez que no interior estavam a carteira, as chaves do carro, uma máquina de tabaco e uns auscultadores com localizador.
Foi através do sistema de rastreio dos auscultadores que a perseguição começou. Ao receber uma notificação no telemóvel com a localização dos aparelhos na zona da Reboleira, Afonso não perdeu tempo: “Olhe, eu e a Catarina armados em Polícia Judiciária. Fui direto à esquadra”. A polícia acabou por intercetar um veículo suspeito, mas os pertences continuaram em movimento pela cidade nas horas seguintes, passando por zonas como Arroios e Cidade Universitária.
O sinal de GPS acabou por parar num ginásio. O concorrente chamou novamente a polícia e entrou nas instalações para seguir o rasto. A localização indicava os balneários femininos, onde Catarina entrou para recuperar os auscultadores, que tinham sido abandonados num cacifo aberto. “Ela percebeu que nós estávamos lá. Deixou no cacifo e pirou-se”, contou aos colegas.
Na manhã seguinte, Afonso recebeu uma chamada da polícia a informar que a carteira, com todos os documentos e dinheiro, e as chaves do carro tinham sido encontradas na casa de banho feminina da zona de restauração do mesmo centro comercial.
No final, o saldo foi positivo, embora incompleto. “Apareceu tudo, só não apareceu a bolsa e a máquina de tabaco”, concluiu, lamentando a atitude da pessoa que levou a mala e suspeitando que se tratasse de uma funcionária do espaço comercial: “A pessoa, se trabalhar lá, pode ter desgraçado a vida por causa de uma bolsa”, até porque a queixa continua na PSP.