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Carlos Cruz – “Prefiro morrer na cadeia a confessar crimes que não cometi”

Logo que seja emitido mandado de prisão, Carlos Cruz deverá entregar­-se para cumprir a pena de seis anos a que foi condenado.

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Tendo já estado 15 meses na cadeia preventivamente e um em prisão domiciliária, faltarão ao antigo apresentador de televisão, reformado da RTP, cumprir à volta de mais quatro anos e meio de prisão. A possibilidade de um recluso, cumpridos 25 por cento da pena, poder sair em liberdade condicional, permitiria a Carlos Cruz praticamente nem ser preso. No entanto, o pedido só pode ser feito se um recluso confessar que cometeu o crime pelo qual foi condenado.

E isso nunca fará.

Prefiro morrer na cadeia a confessar crimes que não cometi – disse a amigos.

O grande apoio de Carlos Cruz depois de iniciar a pena passará a ser a filha mais velha, Marta.

A modelo – que vivia no Brasil, terra natal da mãe, Marluce – viu­-se “obrigada a deixar a vida dela lá para poder apoiar o pai aqui em Portugal”, relata à NOVA GENTE fonte que pede anonimato.

Em “abril, a Marluce deverá trazer a neta” mais velha, Yasmin, de cinco anos.

Para ler a noticia completa, lê a NOVAGENTE desta semana.

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