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Dolores Aveiro: “Sem o futebol, Ronaldo não era ninguém, era um pedreiro”

Dolores Aveiro esteve no programa “ADN de Leão”, do Sporting Clube de Portugal.

A mãe de Cristiano Ronaldo recordou o início da carreira do filho na Academia do Sporting. Na altura, o craque “fez alguma asneira” e não viajou para a Madeira como castigo após ter sido convocado. “Chorou e disse que queria abandonar o futebol. Disse-lhe que eles fizeram bem e ele compreendeu. Acho que tinha roubado um iogurte a um colega. Foi castigado a despejar os contentores do lixo“, contou.

É engraçado. Quando começou a jogar, eu chorava muito, na minha vida. E ele dizia-me: ‘Mãe, não se preocupe, vou jogar futebol e vou-lhe comprar uma casa e um carro.’ E foi isso que fez. Queria dar-lhe coisas, mas não podia. Queria calças de marca e eu não podia dar. Dava-me mágoa. Mas desde que não faltasse a comidinha na mesa, isso é que interessa“, recordou.

Quando ele veio para o Sporting e foi para a escola a professora gozava com a forma como ele falava. O Ronaldo chegou a atirar-lhe uma cadeira. Foi castigado. Dizia que ele tinha a mania, que era bom”, disse. E acrescentou: “Lembro-me no Natal, comprei-lhe uma bola. Deu-lhe tantos pontapés que rasgou-a, rebentou-a. Só depois é que veio para casa“, revelou.

Cristiano Ronaldo foi convidado para ir para o Manchester United, em 2003: “No final [do jogo com o Manchester United] ele disse-me: ‘O Manchester está interessado em mim’. E eu: ‘Mas vais para lá, tão novinho?’ E ele: ‘Mãe, não me cortes as asas’. E assim foi. Ir para o continente com 11 anos? Custou, mas valeu a pena. Nos primeiros dois anos esteve sozinho mas depois deixei tudo e vim para cá“.

Dolores Aveiro assumiu: “Sem o futebol não era ninguém, era um pedreiro. Se fosse pedreiro nunca era o melhor pedreiro do Mundo. As pessoas não dão valor como dão ao futebol“.

O Hugo era um grande jogador, quando estava no Andorinha queria ir para o Benfica, mas não o deixaram sair e ele desistiu. A Kátia também jogava. Ele chegou a ser apanha bolas em jogos do Sporting. Ganhava 500 escudos“, disse.

Penso que fui um grande pilar na vida do Ronaldo, se não fosse eu ele não chegava onde chegou“, acrescentou.

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