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1.ª Companhia. Rui Freitas exausto de ser a “ama” dos colegas: “Ao fim de tantas semanas, não é ele que tem de averiguar”

Gonçalo Quinaz defendeu o Recruta da Semana, afirmando que Rui tem "alguma razão" para estar cansado da falta de brio do grupo. O comentador criticou os erros básicos e recorrentes, sublinhando que a higiene e a ordem já deviam ser automáticas.

A emissão do Diário da 1.ª Companhia desta quarta-feira, 11 de fevereiro, conduzida por Marta Cardoso, trouxe à luz o cansaço acumulado de Rui Freitas.

O atual Recruta da Semana, eleito pelos camaradas pela segunda vez devido ao seu “trabalho fantástico”, começa a acusar o desgaste de ter de policiar comportamentos básicos que, nesta fase do campeonato, já deveriam estar interiorizados. Gonçalo Quinaz, presente em estúdio, validou as queixas do concorrente: “Eu acho que ele continua a fazer um excelente trabalho, mas eu acho que ele está a ficar cansado (…) Com alguma razão. Porque ao fim de tantas semanas (…) não é ele que tem que andar constantemente a averiguar se está feito, se não está”.

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O ponto crítico da análise centrou-se num episódio de falta de higiene que deixou o painel incrédulo: a descoberta de botas sujas misturadas com roupa lavada dentro de um baú pessoal. Rui Freitas foi visto a desabafar com Soraya, que lhe deu “toda a razão“, sobre esta situação, descrita por Marta Cardoso como algo “impensável”.

A apresentadora assumiu o papel de detetive e revelou a provável identidade do infrator: “Questionavam-nos nós quem seria o dono do dito baú. Pois que eu hoje estava a ver aqui com atenção (…) o baú está mesmo em frente à cama do Manuel Melo”.

Cinha Jardim, também comentadora de serviço, não escondeu a surpresa ao rever as imagens do momento em que o Instrutor Andrade abriu a caixa de Pandora. “Eu também reparei nisso (…) Eu também achei chocante. Não é chocante, vamos lá não exagerar, chocante para estar lá dentro, alguém ter deixado as botas no meio”, corrigiu-se a socialite, comparando a atitude a um desenrascanço doméstico mal-executado: “Isto faz-me lembrar quando as visitas aparecem simplesmente [e se esconde tudo]”. O consenso em estúdio foi claro: a paciência de Rui Freitas para com os “baldas” do grupo está por um fio.

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