1ª Companhia. Inês Simões defende Noélia Pereira: “Se tiver de ser às 4 da manhã, é a primeira a levantar-se”
No Extra da TVI, os comentadores analisaram a postura da algarvia. Quinaz recorda que conhece Noélia há sete anos e que, apesar de prometer viajar e abrandar, ela continua "100% dedicada" e a meter o trabalho à frente de tudo.
A postura intensa e focada de Noélia Pereira na “1.ª Companhia” foi o tema central do “Extra” da TVI desta madrugada, com o painel de comentadores a dissecar a ética de trabalho da algarvia e o choque cultural com outros concorrentes.
Gonçalo Quinaz, que conhece a recruta há vários anos, foi perentório ao afirmar que a personalidade dela se mantém inalterada, descrevendo-a como alguém que vive exclusivamente para os seus negócios: “Ela mete o trabalho à frente de tudo. Eu conheço a Noélia (…) há sensivelmente seis, sete anos, e a Noélia já era isso quando eu a conheci. E nada mudou. Ela não tem horas para pegar, ela não tem horas para sair, ela é 100% dedicada”, garantiu o comentador.
Esta dedicação extrema acaba por colidir com os desejos pessoais da concorrente, que frequentemente expressa vontade de mudar de vida sem nunca o concretizar.
Quinaz recordou que Noélia fala em viajar, tendo até o sonho de visitar o Japão, mas a realidade acaba sempre por se sobrepor: “A verdade é que ela quer muita coisa. Vai adiando e não vai concretizando. Porquê? Porque o foco é o trabalho”, explicou. Adriano Silva Martins concordou com a análise, elogiando a transparência da empresária: “Trabalhadora, autêntica, diz as coisas tal e como elas são (…) tem a sua própria realidade e ela revela qual é a sua realidade, sem qualquer tipo de complexo”.
Depois tocaram nas diferenças entre Noélia e Rodrigo Castelhano, algo que a apresentadora Iva Domingues fez questão de sublinhar: “O que eu achei curioso foi aquele encontro de dois mundos, aparentemente tão distantes. A cara, o pensamento de Rodrigo Castelhano, de pensar, ‘meu Deus, mas como assim?'”, observou Iva, referindo-se à dificuldade do modelo, habituado a viajar pelo mundo, em compreender a vida de sacrifício da colega.
Inês Simões aproveitou para defender a algarvia, argumentando que esta diferença de mentalidades leva a que Noélia seja injustamente julgada dentro da caserna.
Para Inês Simões, a recruta entra no jogo com um “mindset” de prevenção e esforço que choca com a postura mais relaxada de outros recrutas: “Eu acho que ela entra com este mindset (…) e acaba por ser mal compreendida por parte de alguns colegas. Porque, por exemplo, enquanto se calhar um Rodrigo é mais numa do vamos relaxar, vamos nos divertir (…) a Noélia não, vem do mundo completamente diferente e está tudo certo”, analisou a comentadora. Apesar da rigidez, Gonçalo Quinaz rematou a conversa elogiando o espírito de equipa de Noélia: “Se um deles ali tiver dificuldades no que quer que seja, a Noélia é a primeira. Se tiver que ser às quatro da manhã, a Noélia é a primeira a levantar-se”.