A carta de amor de Marta Cruz ao pai de 83 anos: “O melhor apresentador do nosso país”
Sem precisar de datas especiais, a filha do antigo apresentador abriu o coração nas redes sociais. Num texto carregado de gratidão, Marta recorda o impacto profissional do pai nos anos 80 e 90, mas foca-se nos ensinamentos pessoais que recebeu através do seu exemplo silencioso.
Marta Cruz recorreu às redes sociais para prestar uma sentida homenagem ao seu pai, Carlos Cruz, uma das figuras mais incontornáveis da história da televisão portuguesa.
Aos 83 anos, o antigo apresentador foi o protagonista de uma declaração de amor pública da filha, que decidiu que não é preciso uma data especial para celebrar quem se ama, começando o seu texto por afirmar que “não existe dia certo para homenagens” e que “o dia certo é quando o coração manda”.
Na sua nota emotiva, Marta Cruz celebrou os “83 anos de vida, de histórias e ensinamentos” do pai, não poupando elogios ao seu percurso profissional ímpar. A filha descreveu-o como “um homem que marcou gerações não só como pai, mas também como o melhor apresentador de televisão do nosso país”, recordando-o como “alguém que entrou em tantas casas, que deu voz e alma a uma época inteira”.
Para além da faceta pública, Marta quis destacar o lado mais íntimo do Senhor Televisão, revelando quem ele é na privacidade. Segundo a empresária, embora as fotografias mostrem “o profissional, o comunicador brilhante, seguro e admirado”, a verdade é que “por trás das câmaras existiu sempre o homem simples, íntegro, presente à sua maneira”. Sobre a educação que recebeu, Marta sublinhou que Carlos Cruz foi alguém que lhe “ensinou mais pelo exemplo do que pelas palavras”.
A filha do comunicador não ignorou a passagem do tempo e a fragilidade que a idade acarreta, admitindo com emoção que “o tempo passa e o corpo abranda… mas o legado fica”, referindo-se não só ao que ele fez, mas “sobretudo o que representa para quem o ama”.
A mensagem termina com uma nota de gratidão intemporal, onde Marta garante que “enquanto houver tempo, há gratidão e enquanto houver vida, há homenagem”, rematando que a sua declaração surge hoje “porque o meu amor não precisa de calendário”.
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