A farda da 1ª Companhia já aperta entre Sara Santos e Andrea Soares: Ajuste de contas
A disciplina cede ao atrito: 'Não admito que me digam que sou troca-tintas'
Entre acusações de “advocacia de defesa” e queixas de falta de privacidade, Sara e Andrea expuseram as fissuras de uma convivência que, para alguns, já cheira a conspiração.
A gala da “1ª Companhia” de domingo não trouxe apenas ordens de marcha; trouxe o primeiro confronto direto entre recrutas. Sara Santos e Andrea Soares protagonizaram um momento de tensão fora do direto, após Sara ter manifestado desconforto com o ambiente da casa e os “olhares” dirigidos a Noélia. O diálogo, que subiu de tom entre o dormitório e a casa de banho, revelou que a paz no quartel é, afinal, uma miragem.
Tudo começou no plateau, perante o olhar atento de Maria Botelho Moniz, onde ao ser questionada sobre a divisão da casa, Sara Santos não hesitou em apontar o dedo ao que considera ser um ambiente tóxico de comentários e olhares de soslaio “O que me incomoda é isto que eu acabei de ver nas VTs. Que é o dizer este tipo de coisas… É o que eu também ouço aqui em casa. Eu passo, ouço, vejo os olhares e isso é que me incomoda“, atirou a recruta.
A resposta de Andrea Soares foi imediata, reivindicando a bandeira da frontalidade: “Tudo aquilo que eu digo, que aparece ali, eu digo tudo na cara das pessoas. Tudo aquilo que eu tiver para vos apontar, eu vou vos dizer na cara.”
Mais tarde, a conversa entre as duas não arrefeceu e Andrea, visivelmente incomodada com a imagem que Sara passou para o exterior, acusou a colega de a tentar isolar: “Fizeste de mim um papão, em que parece que há aqui um grupo contra a Noélia. (…) Aquilo que deu a entender – e se há coisa que eu não admito a ninguém – é que me venha dizer que eu sou troca-tintas ou que eu digo coisas nas costas das pessoas.”
Sara, por sua vez, tentou justificar a sua posição pela falta de hábito nestas andanças televisivas: “É a minha primeira vez neste campeonato assim (…) É o ambiente que eu não gosto“. Contudo, a explicação não convenceu Andrea, que escalou a argumentação para o campo das “liberdades” de Noélia, queixando-se de que a colega teria invadido a sua privacidade ao mexer em roupa sua que estava a secar.
A discussão atingiu o auge quando Andrea sugeriu que Sara estava a proteger Noélia de forma parcial “Até neste momento em que te estou a apresentar factos, tu estás a defendê-la. Ela precisa de advogados de certeza, eu não“, disparou Andrea, ao qual Sara Santos negou veementemente: “Andreia, eu não sou defesa de ninguém“, ao que a colega ripostou com um seco “Estás a ser, amor”.
Enquanto as duas recrutas tentavam definir os limites da convivência, o resto da casa observava com uma mistura de tédio e ironia. No WC, Rodrigo e Nuno comentavam o “drama” feminino em tom de mofa “Ai, ainda não se calaram. Está a fogo“, ouviu-se, revelando que a paciência masculina para os atritos do dormitório feminino está no limite.
Resta saber se a “1ª Companhia” conseguirá manter a ordem unida ou se a “gavetinha da identidade” – como discutido noutras instâncias do programa – será substituída pela gaveta das rivalidades mal resolvidas.
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