FamososGeralGossip

Adriano Silva Martins duvida dos motivos de Kika Cerqueira Gomes para mudar de nome: “Não aceito a justificação”

O apresentador do V+ Fama não acredita na tese da "pronúncia difícil" no estrangeiro, enquanto Guilherme Castelo Branco sugere uma estratégia de emancipação da marca pessoal.

A recente alteração do nome de Kika Cerqueira Gomes nas redes sociais, que passou a surgir como Kika Lourenço Gomes e, posteriormente, apenas Kika Gomes, foi o tema de abertura do V+ Fama desta segunda-feira, 9 de fevereiro.

A mudança, que implicou a queda do apelido mediático da mãe (Cerqueira), gerou estranheza no painel, com o apresentador Adriano Silva Martins a mostrar-se cético em relação à explicação oficial de que o novo apelido seria mais fácil de pronunciar internacionalmente. “Não aceito a justificação de que Lourenço seja, no estrangeiro, mais fácil a pronunciar do que o Cerqueira”, atirou o comunicador, lançando o debate sobre as verdadeiras intenções da modelo.

Guilherme Castelo Branco ofereceu uma visão estratégica sobre a decisão, sugerindo que Francisca (Kika) está num processo de afirmação individual, procurando libertar-se do rótulo de “filha de”. O comentador analisou o percurso da jovem com pragmatismo: “Eu não tenho a certeza absoluta (…) mas talvez numa fase da vida dela fizesse sentido estar associado ao ser Cerqueira Gomes porque talvez lhe desse uma projeção maior numa fase inicial. Claro, porque é filha da Maria Cerqueira Gomes. E neste momento, se calhar, já tendo a identidade própria, já tendo uma base de seguidores própria e tendo uma forma de conseguir criar a sua marca própria, tenta-se desassociar para fazer o nome só dela”.

Leia também: António Leal e Silva acusa críticos de Cláudio Ramos de caça aos likes: “Aqui ninguém come gelados com a testa”

Apesar da concordância sobre a estratégia de marketing pessoal, Adriano Silva Martins fez questão de travar rumores de conflitos familiares, sublinhando que a relação entre mãe e filha permanece intacta: “Não há, que eu saiba, pelo amor de Deus. Claro que não comecem a inventar e a especular sobre qualquer tipo de chatice entre ela e a mãe, porque não há. Obviamente, até onde sabemos, não há absolutamente nada disso”, garantiu o apresentador.

Cláudia Jacques juntou-se ao coro dos céticos quanto à questão fonética, argumentando que nas redes sociais a leitura visual se sobrepõe à pronúncia: “Parece-me que essa justificação que ela dá a mim não me encaixa, não me justifica nada”, afirmou. Em contraponto, António Leal e Silva defendeu a simplificação como uma ferramenta essencial para quem vive no estrangeiro: “Ela, neste momento, está a atravessar um período da vida dela em que tem contacto com muita gente no estrangeiro (…) normalmente as pessoas quando viajam lá fora, os nomes estão com muitos apelidos, as pessoas ficam baralhadíssimas (…) Por isso, é muito mais fácil dizer Kika Gomes”.

O segmento terminou com um tom mais leve, abordando o aniversário de Pierre Gasly, namorado de Kika, e uma fotografia onde o cão do casal escolhe o colo do piloto. Adriano Silva Martins não perdeu a oportunidade para o humor: “Eu não sou cão, mas também preferia ir para o colo do Pierre”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo