A polémica em torno da situação habitacional e financeira de Nuno Homem de Sá ganhou um novo capítulo, com a defesa do ator a vir a público esclarecer as notícias que dão conta de uma dívida superior a 30 mil euros e de uma alegada recusa em sair do imóvel.
Após o advogado do senhorio ter revelado à revista Nova Gente que os proprietários desesperam por uma solução e que o ator estaria a ocupar a casa indevidamente sem pagar, Alexandre Guerreiro, representante legal de Nuno Homem de Sá, recorreu às redes sociais para apresentar a sua versão dos factos.
O advogado foi perentório ao negar que o seu cliente esteja a ocupar a habitação de forma ilegal ou após uma ordem de despejo efetiva: “Se o senhor Nuno Homem de Sá tivesse sido despejado, não estaria na casa”, começou por esclarecer Alexandre Guerreiro, desmentindo os títulos que sugeriam uma permanência forçada após decisão judicial.
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Sobre a questão financeira, que envolve rendas em atraso acumuladas, a defesa do ator contradiz a ideia de que o senhorio “não vai ver um cêntimo”, explicando que a situação está enquadrada legalmente no processo de falência pessoal do artista.
“O valor desta dívida está incluído na massa insolvente, logo, está a ser paga”, garantiu o advogado, assegurando que os mecanismos legais para a liquidação dos débitos estão ativos. Alexandre Guerreiro foi mais longe e elogiou o comportamento do ator perante as suas obrigações fiscais e judiciais neste período conturbado, “O plano de insolvência está a ser cumprido exemplarmente. Está perto do fim”, revelou, indicando que a luz ao fundo do túnel financeiro está próxima para Nuno Homem de Sá.
O causídico aproveitou ainda para deixar uma nota de esperança sobre o futuro do ator, que tem enfrentado tempestades mediáticas tanto a nível financeiro como pessoal, “Estamos a recuperar a vida do Sr. Nuno aos poucos”, afirmou.
No entanto, o advogado lembrou que o caminho ainda não terminou, aludindo aos próximos passos judiciais que se avizinham, muito provavelmente relacionados com o julgamento de violência doméstica agendado para o próximo mês, “Em fevereiro, vamos a mais uma batalha para regressar à normalidade”, concluiu Alexandre Guerreiro.
