Afonso Leitão sente que tem Catarina Miranda na mão, mas teme perdê-la no – Big Brother
Medo , estratégia e oportunidade - O que move Afonso Leitão

Sobre a missão de Afonso Leitão e Jéssica Vieira, Catarina Miranda tem sido uma forte preocupação do ex-militar e comentadores, consideram 3 elementos: medo, estratégia e oportunidade.
“Muito se falou aqui durante estas 24 horas e vários comentários, várias pessoas disseram, falaram da preocupação que o Afonso teve sempre de, mesmo no meio da missão, de ir ter com a Miranda. A pergunta é, é preocupação com a Miranda ou é medo?” – Questiona, Nuno Eiró.
Daniela Santos considera que Afonso esteve em pânico “Nesta situação eu não sinto medo, eu acho que é pânico, ele está só em pânico (…) medo de leva com ela, com os dramas dela.”
Adriano Silva Martins também considera que Afonso Leitão tenha sentido ‘medo’ “Eu acho que neste caso há uma mistura das duas coisas, há uma mistura de medo, obviamente, dele ser também estratégia e de saber que pode ali perder a Catarina, porque a Catarina podia ter-se descontrolado totalmente, ok?”
Nuno Eiró levanta a questão sobre se Afonso tem medo de perder a Catarina Miranda apenas no jogo “Mas é medo de perder a Catarina no jogo ou medo de perder a Catarina, ponto?” e Adriano Silva Martins responde: “Ele sabe que deve muito a sua posição atual no jogo à Catarina, ele sabe isso” ao qual Daniela Silva interrompe e diz que Afonso sabe que tem a ribatejana na mão, concordando, Adriano Silva Martins que termina o seu discurso “E também sabe que a tem na mão, sim. Eu acho que também, ao mesmo tempo, o Afonso, que ele era conhecedor da dinâmica porque fazia parte dela, pensou: “e se esta rapariga agora se descontrola e manda tudo isto para outro bairro. Eu tenho que balançar, contrabalançar aqui, para que cumprir o objetivo, mas também não perder nem a jogadora, nem a pessoa a quem eu devo muito” e eu acho que ele aí, e por isso é que fiz aqui a metáfora do domador de Leões, ele geriu ali bem, e o papel dele na mão não era fácil, mas claro que havia receio, havia medo, e havia também compaixão ali perto.”