Alerta de João Ricardo sobre Maycon levanta suspeitas: “Nem toda a gente que parece bem está bem”
Story de João Ricardo preocupou os fãs. Sílvia Botelho explica na CMTV que as redes sociais escondem o sofrimento e que o cenário de "pôr termo à vida" não pode ser descartado, apesar de não haver certezas.
O desaparecimento de Maycon Douglas, que mantém o país em suspenso, ganhou novos contornos de preocupação após uma partilha feita por João Ricardo nas redes sociais.
O também ex-concorrente da Casa dos Segredos publicou um story com uma mensagem enigmática que alarmou os fãs: “Nem toda a gente que parece bem está bem, este ano estejamos mais atentos uns aos outros”.
A frase foi analisada em direto na CMTV pela psicóloga Sílvia Botelho, que, questionada pela jornalista sobre a dualidade entre a imagem pública e a realidade interior, ofereceu uma leitura cautelosa, mas realista sobre os sinais de sofrimento psicológico.
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Confrontada com a ideia de que quem aparenta felicidade pode estar a sofrer, a especialista explicou que as redes sociais funcionam como uma montra controlada onde as pessoas tendem a mostrar apenas a parte positiva da vida, escondendo os momentos menos bons. Sílvia Botelho alertou para a existência de casos em que indivíduos que pretendem pôr termo à vida “fazem tudo para disfarçar e não dar a entender o que pretendem fazer”, muitas vezes para proteger aqueles de quem gostam.
A psicóloga sublinhou que o final de um ano representa o fecho de um ciclo, um momento propenso à reflexão que, em pessoas psicologicamente fragilizadas, pode desencadear avaliações negativas sobre a vida e as motivações para continuar.
Apesar da análise ao perfil de comportamento em situações de risco, Sílvia Botelho fez questão de ressalvar que não conhece Maycon Douglas pessoalmente nem o seu estado atual, recusando fazer um diagnóstico à distância.
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A especialista lembrou que todos os cenários continuam em cima da mesa, desde um acidente involuntário até à possibilidade de um afastamento voluntário para meditação ou isolamento, comum em quem procura “separar-se de pessoas e estar sozinho no mundo”. A conversa terminou com a esperança de que a frase de João Ricardo não prenuncie o pior cenário, apelando à investigação rigorosa dos factos.