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Ana Arrebentinha arrasa Henrique Raposo em carta aberta: “Nasce-se alentejano”

O escritor acusou a nova música pop alentejana de esconder a pobreza e a depressão da região. A humorista explicou o verdadeiro significado do sul do país numa mensagem contundente.

A humorista Ana Arrebentinha recorreu este domingo às redes sociais para dar uma resposta implacável a Henrique Raposo.

O cronista publicou recentemente um texto de opinião a criticar a nova música pop alentejana, acusando o estilo de ocultar a pobreza, a depressão e o suicídio na região, o que gerou uma onda de indignação e motivou a alentejana a escrever uma carta aberta.

Natural da Amareleja, a mesma terra que viu nascer a saudosa atriz Eunice Muñoz, a jovem não poupou nas palavras e apontou o dedo à visão centralista do escritor lisboeta. Visivelmente orgulhosa das suas raízes, Ana Arrebentinha fez questão de enumerar a riqueza cultural do Alentejo, atirando: “Calculo que através de Lisboa e dos livros que escreve, não sabe o que é o Alentejo, mas, eu tenho todo o vagar para lhe explicar.”

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Na sua defesa acérrima da região, a humorista destacou a força do cante e recusou a imagem de miséria pintada pelo cronista. A jovem sublinhou que a inteligência e o caráter dos alentejanos não se deixam subjugar pelas opiniões da capital, explicando a verdadeira essência da sua terra: “Meu caro, o Alentejo é gastronomia que emociona o coração, o Alentejo é o vinho que aquece as cordas vocais, o Alentejo é o abraço a casa, a mesa cheia e posta a qualquer hora, o Alentejo é a amizade o companheirismos , o Alentejo é a lealdade de um povo resiste aos que o quiseram reduzir.”

Para encerrar o assunto, Ana Arrebentinha deixou um aviso cheio de ironia a Henrique Raposo caso este decida regressar ao sul do país, rematando a publicação com uma enorme declaração de orgulho no seu povo: “Nascer alentejano ou alentejana é um privilégio, uma honra! Não se compra, não se vende, nasce-se alentejano! Somos futuro, um futuro calmo, mas, com muita ambição. Se um dia for ao Alentejo pode ir com a cabeça ao léu , pois quando o sol mais almareia não pode por o nosso chapéu!”

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