1ª CompanhiaTVI

Andrea e Rodrigo Castelhano criticam postura de Noélia: Desde “maluca” a “má pessoa”

Desabafo tenso de Andrea sobre a "graxa" e o comportamento de Noélia Pereira

Andrea e Rodrigo Castelhano não pouparam críticas a Noélia Pereira, acusando-a de excesso de “graxa” e de comentários desadequados sobre outros recrutas.

O que começou por ser uma missão de resiliência está a transformar-se num campo de batalha psicológico, onde a paciência parece ser o recurso mais escasso. Andrea, visivelmente desgastada, assumiu o comando das críticas, secundada por um Rodrigo Castelhano que confessa já não conseguir ignorar o ruído constante.

A conversa subiu de tom quando Andrea descreveu o seu estado de espírito atual “Eu hoje não sei o que é que estás a pensar aqui, mas eu… eu hoje estou acutilante, sabes? Estou com aquela minha paciência zero”, desabafou a recruta. O alvo principal? A postura de Noélia Pereira, que Andrea interpreta como sendo excessivamente submissa ou estratégica perante a autoridade.

Pá, e a graxa… eu falei de dar espaço. Mano, e eu passar a graxa assim… a toda hora estar a puxar o lustro, mano. Está a dar-me um…”, atirou Andrea, sendo interrompida pela concordância de Rodrigo: “Completamente, meu”. Para a recruta, esta atitude de Noélia acaba por prejudicar o grupo: “Está a, tipo, a queimar-te. O género, tu estás contra. Mas eu sou… ué, a coisa faz-se tudo certinho, porque eles são os maiores e não sei quê. Mano, isso sempre, às vezes é a mesma coisa”.

O diálogo derivou para episódios específicos que parecem ter irritado os recrutas, desde a higiene básica até à forma como Noélia comenta a vida dos outros. Rodrigo Castelhano foi taxativo quanto ao cansaço que sente: “É farto ouvir. Já começa a tipo… Vamos ver. Não consigo. É mais forte que eu”.

Andrea aproveitou para criticar a falta de maturidade de certos diálogos na base: “Já ouviu a conversa do bebé? Pá, já chega de ‘BB’ (Big Brother). Não estás no ‘BB’, meu. Chega a hora ‘BB’s’”. A indignação da recruta estendeu-se ainda a comentários que Noélia terá tecido sobre a saúde mental de terceiros, algo que Andrea considerou uma intrusão: “E agora está aqui a maluca (…) depois é uma pessoa que parece que é maluca, uma pessoa que é má (…) Tipo, isso para mim é que é… conhece-o de onde? Quer dizer, que está mal de cabeça. Sabe lá quem ele é? O que é que ele estava a passar?”.

O clima de suspeição e mal-estar entre os recrutas promete ditar as próximas nomeações, provando que, na “1ª Companhia”, o maior inimigo pode não ser o treino físico, mas sim a convivência forçada entre quem já atingiu o limite da tolerância.

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