Betty Grafstein “deixou de ter utilidade para toda a gente”, diz comentador do “Noite das Estrelas”
Internada numa residência de cuidados continuados em Nova Iorque, a ainda mulher de José Castelo Branco "está muito sozinha neste momento".

Betty Grafstein, de 96 anos de idade, continua numa residência de cuidados continuados e vive dias marcados pela solidão.
A joalheira norte-americana regressou a Nova Iorque, em junho de 2024, após acusar o ainda marido, José Castelo Branco, de violência doméstica.
Uma fonte próxima revelou à revista TV Guia desta semana que “a Betty está muito sozinha neste momento”: “Tirando um amigo, que mantém as visitas mais ou menos regulares, e o filho, que aparece de vez em quando, ninguém a visita. E isso é um pouco triste”.
“São 96 anos, sabemos que não é uma idade fácil, mas ela acaba por estar ali muito só. E a mobilidade está muito comprometida, passa a maior parte do tempo deitada”, acrescentou a mesma fonte.
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A notícia foi comentada no programa “Noite das Estrelas” desta terça-feira, 1 de abril, em direto na CMTV. “Em antropologia cultural, [que] eu estudei no 9.º ano, que havia tribos que largavam os seus idosos no alto da montanha para morrer porque não tinham utilidade para a tribo. A Betty deixou de ter utilidade para toda a gente“, começou por dizer José Gouveia.
“A Betty, com 96 anos, perdeu os seus amigos, que já tinha dito porque chegar aos 96 anos e ter amigos da mesma idade não é fácil. Muitos daqueles que se dizem hoje amigos foi o próprio Zé que trouxe para o seio da sua casa. É normal que o Roger [filho de Betty] não esteja tão presente como gostaria porque também ele está com problemas com a mulher, com problemas oncológicos. E, portanto, tudo isto cria-se a ‘tempestade perfeita’ para que ela, nos últimos anos da sua vida, efetivamente esteja numa solidão que ela não queria“, acrescentou o comentador.
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