Bruna e Carlos superam teste de fogo após 15 anos: “O Big Brother aproximou-nos bastante”
A cantora e o namorado falaram sobre a importância de sentir saudades. Carlos Ferreira acredita que o reality show serve para definir o futuro dos casais, mostrando se a relação "funciona" ou se a pessoa está "melhor sozinha".
A cantora Bruna e o seu companheiro de longa data, Carlos Ferreira, com quem partilha a vida há 15 anos, abriram as portas da sua intimidade numa entrevista à revista Nova Gente.
Nesta entrevista assumiram que a participação da artista no Big Brother foi o verdadeiro “teste de fogo” à relação, acabando por ter um efeito reparador e de união.
O casal começou por admitir que a distância forçada acabou por fortalecer o laço, com Carlos a explicar como a quebra da rotina o fez valorizar a presença da companheira: “O Big Brother aproximou-nos bastante. É aquela experiência que nem todos os casais conseguem ter oportunidade de passar. E sentir que, apesar de às vezes discutirmos – e nós nem discutimos – aquela pessoa faz-nos mesmo falta. Porque grande parte das pessoas está numa rotina tão grande… Todos sabemos que chegamos a casa e aquela pessoa está lá à nossa espera”.
A ausência pesou de ambos os lados e Carlos confessou que chegar a casa e não ter ninguém o fez perceber que, “afinal, ela fez-me muita falta”, um sentimento que foi recíproco dentro da casa mais vigiada do país, onde a cantora lutava contra a saudade e a falta de informação sobre o exterior.
Bruna revelou que sentia falta das pequenas coisas, como o “abraço” ou o “bom humor” do companheiro, e que encontrou refúgio num objeto simbólico que levou consigo para o programa: “Tal como eu senti muito a falta dele… Eu estava sempre a tocar numa medalha que ele me tinha dado antes de entrar, para sentir algum conforto. O estarmos lá dentro e não sabermos uma única informação sobre a nossa família, é horrível. É que um dia, lá dentro, equivale a uns 15 cá fora”.
Para Carlos Ferreira, este isolamento mediático serviu de barómetro emocional, lamentando até que outros pares não tenham a mesma hipótese de testar os seus limites, seja “para o bem e para o mal”.
O companheiro de Bruna teorizou que a distância ajuda a clarificar sentimentos, permitindo perceber se a relação tem futuro ou se é apenas hábito: “Porque, às vezes, há pessoas que estão juntas e batem numa tecla que não têm que bater, que não funciona. E essa experiência dá para a pessoa ver ‘não, realmente estou melhor sozinho’ ou o oposto”.