
Cláudio Ramos, com a presença de Carolina Braga, lançou para cima da mesa, “E disse aqui, foi muito corajoso da Carolina estar ali sentada ao lado do António, porque eu acredito que em algum momento, sendo o António, não o Pivô obviamente, mas a pessoa que está neste momento mais próxima do Diogo, para ti deve ter sido difícil de engolir aquela situação. Como é que tu geres isso?”
A jovem esclarece que faz uma gestão da melhor forma, “é assim, eu posso controlar aquilo que eu digo e aquilo que eu faço, não posso controlar o que os outros dizem ou fazem. E, portanto, eu estou de consciência super tranquila, sei que não fiz nada de errado, respeitei o Diogo como tinha que respeitar, combinei não falar publicamente nada que o pudesse prejudicar.”
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Cristina Ferreira foi puxando o fio e Carolina Braga vai falando, “eu estive duas vezes com o António. Estive duas vezes, só. Nós fomos junto a isto bem de uma fase inicial, porque o Diogo saiu do programa e o António teve logo uma relação muito próxima com o Diogo, desde essa altura até à data. E pronto, e para mim era bom porque eu tinha alguém…”
Contudo, “contava-me, mas há muita coisa que eu sei, que eu não sei, não de relação entre um e outro, mas de projetos que tem, acho que são coisas dele e está tudo bem”, mas admite que estranhou a relação deles, mas a resposta foi o que ele tambem deu publicamente, “o António acho que durante o programa sempre apoiou muito o Diogo, os pais do Diogo também quiseram conhecê-lo pessoalmente e acabaram por estar todos juntos, creio que a almoçar, e acabaram por criar ali uma relação de carinho e o Diogo desde esse momento que confia muito no António e que tem sido um grande apoio para ele.”
Cristina Ferreira questiona, “Mas achas que teve alguma interferência na cabeça do Diogo para o fim da vossa relação?”, e a jovem diz, “Isso eu não faço ideia, não acredito que isso tenha chegado a tanto, mas também não sei, lá está o que é que os dois conversam, o que é que não conversam, eu sempre respeitei muito a relação que eles tinham, mas como não sou obrigada a compactuar com tudo e andar para todo o lado, acabei por fazer as minhas escolhas e, portanto, houve muitos momentos em que eu não pude estar, eu não quis estar.
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Acaba por não negar que ficou magoada algumas vezes, “em alguns momentos, sim, porque obviamente que o António não foi de toda a causa da separação, eu e o Diogo somos pessoas que tivemos as nossas quezílias e entendemos-nos muito bem e chegámos ao mútuo acordo de se terminar porque era o melhor para os dois, mas obviamente que o António foi tema porque é uma pessoa que de repente, que para mim é estranha e que para ele de repente está super próxima e eu, como namorada, queria entender, não é o que é que se passava.”
Apesar de não entender bem tudo isto, acaba por aceitar, “a pessoa que ficou responsável por todas as minhas coisas foi um amigo meu que eu tenho há mais de 15 anos e é uma pessoa que é um irmão para mim e eu confiar a minha vida numa pessoa que teve comigo grande parte dela é uma coisa, agora, eu saber que o Diogo confia muito a alguém que conhece há um mês, dois, para mim era estranho, mas lá está, eu não consigo dizer que é alguma coisa errada, porque eu não estou na posição do Diogo, eu não sei que tipo de relação é que eles criaram, que estabeleceram com a família e tudo mais, e, portanto, desde que o Diogo esteja bem, que o António também esteja bem, agora, a verdade é que isto acabou por afetar um bocadinho aqui a questão de nós termos terminado e vocês sabem.”
Claro que os boatos de Diogo e o António podem ter uma relação intima, é algo que incomoda, “É assim, de certa parte sim, porque eu sei, da mesma maneira que eu estava a sofrer, eu sei que o Diogo também estava a sofrer do outro lado e mexeu nesse sentido (…) a verdade é que não houve traições, não houve faltas de respeito, não houve nada disso. Mas não há volta a dar”