Cláudia Jacques explica ciúmes de Bárbara Parada: “A química entre a Márcia e o Zaza nunca morreu”
O painel do V+ Fama debateu o regresso da dupla "Zárcia". Enquanto Pedro Capitão acredita que enterraram o machado de guerra em nome da amizade, Guilherme Castelo Branco questiona: "Se fosse só amizade, ele não se teria afastado quando tinha namorada".
A reaproximação explosiva entre Márcia Soares e Francisco Monteiro foi o tema quente do V+ Fama desta sexta-feira, 6 de fevereiro, com Adriano Silva Martins a sublinhar que “os rumores de romance são cada vez mais fortes” devido à troca de mensagens e aos jogos de padel partilhados.
Márcia Soares, em declarações ao programa Bom Dia Alegria, confirmou que o vencedor do Big Brother recuperou um lugar de destaque na sua vida, fruto de uma mudança de postura e de muita insistência da parte dele: “Acho que ele evoluiu muito como pessoa (…) tem muito orgulho nele e admiro este novo Francisco Monteiro. Acho que ele andava perdido e finalmente voltou”.
A empresária admitiu que, inicialmente, foi difícil aceitá-lo de volta, mas a tenacidade de Zaza foi decisiva: “Ao início é um bocadinho complicado para mim voltá-lo a receber na minha vida (…) só que o Francisco Monteiro é muito, muito persistente (…) já tivemos conversas muito importantes, conversas que faltavam ter”.
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Cláudia Jacques interpretou estas palavras como a prova de que a ligação entre ambos sempre foi uma ameaça para terceiros, validando retroativamente as inseguranças da ex-namorada de Francisco: “Por algum motivo, a Bárbara Parada não se sentia confortável se o Zaza continuasse a ser próximo da Márcia (…) É porque este carinho, esta admiração e esta química, se calhar, que os dois têm e nunca morreu”.
Para a comentadora, o facto de estarem agora “disponíveis e desimpedidos” abriu o caminho natural para esta conexão renascer.
O debate aqueceu quando Guilherme Castelo Branco discordou frontalmente da teoria de Pedro Capitão, que via apenas uma “cumplicidade” amigável. O filho de José Castelo Branco defendeu que o comportamento de Francisco denuncia um interesse romântico evidente: “A forma como ele está a tratar a Márcia, na minha opinião, acho que é assim que se conquista uma mulher. Começa-se pela amizade, mostrar que é um homem presente”.
Guilherme reforçou a sua tese com um argumento lógico sobre o passado recente: “Se fosse eu, na posição do Zaza, se realmente o que eu queria era uma amizade forte (…) eu não me teria afastado porque tinha uma namorada”.