GeralGossip

Cláudio Ramos arrasa concorrentes que choram e leva “troco” de Gonçalo Quinaz

O apresentador da TVI não tem paciência para as lágrimas nos reality shows. No programa desta manhã, Cláudio Ramos criticou duramente a emoção da cantora ao ouvir a filha, afirmando que "detesta" este tipo de reações e que os concorrentes "sabem para o que vão".

A emoção tomou conta da 1.ª Companhia, quando Joana D’Arc desabou em lágrimas ao ouvir uma mensagem da filha, mas nem todos ficaram comovidos com o momento.

No matutino da TVI desta segunda-feira, Cláudio Ramos mostrou-se implacável com a reação da cantora, confessando que este tipo de sentimentalismo é algo que o incomoda profundamente nos formatos de reality show.

Sem rodeios, o apresentador explicou por que razão considera estas lágrimas desnecessárias e exageradas, recordando a sua própria experiência como concorrente para validar a sua opinião: “Pum! Olha, vou-vos dizer: estive lá há 4 meses, não me lembro de chorar, não sei se me enviaram mensagem, mas não valia a pena terem mandado. Acho isto mal, digo-vos, é das coisas que mais detesto nos realities. Detesto, detesto. Eles sabem para o que vão, eles não estão na guerra, eles estão protegidos, a família está à vila. Acho isto mal, até um mês depois acho que é pouco.”

Leia também: TVI. Comentadores arrasam Manuel Melo: “A piada é parva e ele é parvo”

Perante esta frieza, Gonçalo Quinaz não deixou o colega sem resposta. O comentador confrontou Cláudio Ramos com o seu passado explosivo dentro da casa, sugerindo que o choro é preferível à agressividade: “Eu ia chorar, mas lembro-me de ver dar murros na mesa (…) Lembro-me de estalar os dedos da colega às tuas, isso para mim é pior do que chorar. Eu antes te queria ter visto a chorar.”

Cristina Ferreira também interveio na discussão, desafiando a “armadura” de Cláudio e colocando um cenário hipotético: “Agora estivesses agora lá fechado 3 meses e depois eu mandava-te uma mensagem… Ah, que graça!”

Longe de se mostrar arrependido ou sensibilizado, Cláudio Ramos manteve a sua postura pragmática e competitiva. O comunicador recordou que, durante a sua participação, encarava as fraquezas dos outros como uma vantagem para o seu jogo, chegando a celebrar as baixas no grupo: “E contente que fiquei quando eles desistiram. Para mim era uma alegria, juro-te, uma alegria. (…) Ah pá, menos um! E quando saí eu não me lembro, não há imagens minhas a chorar.”

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo