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Códigos no tabaco? Fãs do Secret Story 10 desconfiam de conversa enigmática entre Sara e Jéssica

O reality show está a ser marcado pelas suspeitas de mensagens combinadas com a família. O cuidado excessivo nas palavras durante uma conversa banal intrigou os internautas na terça-feira.

A internet está em alerta com uma possível nova forma de comunicação entre o exterior e a casa do Secret Story 10.

Depois das polémicas com aviões que traziam combinações de letras e mensagens escondidas nas cores e etiquetas da roupa, uma conversa peculiar entre Sara e Jéssica na passada terça-feira, 10 de março, levantou fortes suspeitas sobre o uso de códigos secretos através de marcas de tabaco.

A teoria ganhou força nas redes sociais após a concorrente de Sintra se mostrar visivelmente frustrada com a encomenda que recebeu de fora. O cuidado excessivo e cirúrgico na escolha das palavras e a indignação desproporcional perante a marca de tabaco enviada intrigaram os internautas. Sara partilhou a sua revolta com a amiga: “Sim amiga. Queria Terea, queria bué Terea. E não estou a perceber porque é que mandaram esta merd***”.

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Perante a frustração repentina da colega com um assunto aparentemente inofensivo, Jéssica estranhou a atitude da esteticista e perguntou de forma direta: “Estás a flipar da cabeça?”. Sara negou a instabilidade emocional, mas a conversa a “pinças” foi o suficiente para os espetadores desconfiarem de que o nome da marca e a revolta seriam uma mensagem combinada previamente com a família e amigos para passar informações para o jogo.

A escalada da polémica nas redes sociais obrigou a uma intervenção de quem conhece bem as regras e os cantos à casa da Malveira.

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Sandro Fernandes, antigo concorrente da nona edição do reality show da TVI, veio a público para tentar desvalorizar a teoria da conspiração e explicar que o cuidado com as palavras tem uma justificação estritamente contratual imposta pela produção aos moradores: “Nós não podemos mencionar marcas lá dentro, somos avisados logo ao início, temos que usar códigos para referir as marcas das coisas. Mas neste caso da Sara não sei se ela se estava a referir a códigos”.

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