A decisão de Luciana Abreu em matricular a sua filha primogénita, Lyonce Viiktorya, num colégio interno no Porto, tornou-se o epicentro de uma discussão acesa no programa Passadeira Vermelha.
A apresentadora Liliana Campos deu o mote ao ler o comunicado da atriz, onde esta explica que a distância serve para a jovem “voar alto” e conciliar artes com psicologia, contudo, a lógica geográfica foi imediatamente colocada em causa por Sara Avelar, que não compreende a necessidade de um isolamento tão acentuado quando existem opções semelhantes na capital.
A comentadora Sara Avelar, natural do Porto, utilizou a sua própria experiência de mobilidade para expor o que considera ser um drama desnecessário criado por Luciana em torno das visitas mensais e, para o painel, a narrativa de “contar os dias no calendário” não condiz com a facilidade de acessos entre as duas cidades.
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Sara Avelar começa por dizer: “Olha, é no Porto…. Exatamente, o Porto, o que é um bocadinho longe, não é? (ironia) A mim isto questiona-me o porquê de ser no Porto. Será que aqui em Lisboa não existiam vagas disponíveis?” e contínua o seu discurso face a este tema: “Agora para mim isto é assim um bocadinho estranho e ainda por cima ela só vir a casa uma vez por mês. Portanto, a mim questiona-me isto porque, aliás, eu sou do Porto e venho cá abaixo duas vezes por semana. Não há necessidade de ser uma vez por mês e fazer todo este… «Estamos muito ansiosas por receber a Leóncia em casa, andamos a contar no calendário, parece que ela foi estudar para os Estados Unidos.»
A discussão foi reforçada por Sofia Jardim e Joana Latino, que apontaram a existência de transportes rápidos e a possibilidade de visitas semanais, caso o bem-estar familiar fosse a prioridade máxima. O painel sugeriu que a escolha de um internato tão distante poderá esconder motivações que vão para além da excelência académica.