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Comentadores do V+ Fama analisam assalto a Bruna Gomes: “Uma devassa da privacidade”

O crime ocorreu enquanto o casal recebia um prémio em Lisboa. António Leal e Silva argumentou que este tipo de furtos está muitas vezes ligado a pessoas próximas das vítimas.

A residência de Bruna Gomes e Bernardo Sousa em Lisboa foi assaltada na noite de sexta-feira, dia 27 de fevereiro.

O crime ocorreu durante a presença do casal na Gala do Prémio 5 Estrelas, evento no qual a influenciadora digital recebeu uma distinção. O caso foi o tema de abertura do programa V+ Fama.

O vídeo gravado por Bruna Gomes no interior do apartamento após a descoberta do furto passou na emissão do V+ F Fama (aqui), onde se ouve a influenciadora digital a mostrar o espaço desarrumado e a descrever a situação: “Chegamos em casa, a casa completamente do avesso, entraram, levaram um monte de coisa, e a gente só, graças a Deus, está esperando o policial”.

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António Leal e Silva indicou que o imóvel assaltado é um apartamento situado num último andar e levantou a possibilidade de o crime ter tido a participação de indivíduos com conhecimento das rotinas do casal: “Normalmente associo sempre isto a coisas de alguém, quando é este tipo de assalto em sítios muito específicos, eu acho que é sempre alguém que é próximo ou que conhece. Têm informação, porque nessa noite a Bruna e o Bernardo não estavam no prédio”. O estado remexido do quarto indica, segundo o comentador, um roubo de momento e não a ação de um grupo organizado.

A partilha do vídeo nas plataformas digitais momentos após o crime mereceu críticas de Adriano Silva Martins, que considerou a atitude uma exposição desnecessária dos bens materiais, classificando a decisão da influenciadora com a seguinte expressão: “Acho que é pior a emenda do que o soneto, porque, realmente, depois ela acaba por expor ainda mais a casa, o closet, as marcas”.

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Pimpinha Jardim defendeu a publicação de Bruna Gomes e apontou as redes sociais como facilitadoras de assaltos por revelarem a localização das pessoas, a justificar a partilha das imagens com o susto vivido pela vítima e considerou o vídeo um aviso de segurança válido: “Acho que também funciona como um alerta, dizer, atenção, assaltaram uma casa, tenham atenção, tranquem bem a casa, tenham mais cuidado”.

Isabel Figueira desvalorizou a ligação direta entre as redes sociais e a criminalidade e exemplificou com o seu próprio histórico, recordando que a sua casa foi assaltada duas vezes numa época em que não existiam plataformas digitais, o que comprova o estudo prévio de rotinas: “Estudavam muito bem qual era a hora que eu saía e a hora que eu chegava”. Isabel Figueira apoiou ainda a atitude de Bruna Gomes, classificando a denúncia pública como um alerta essencial para a população.

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