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Comentadores do V+ Fama defendem Victoria Beckham: “As mulheres vão e vêm, a família fica”

Pedro Capitão e António Leal e Silva alinham na defesa dos pais face ao "comunicado" do filho. Para o painel, Brooklyn deveria ser o elo de equilíbrio e não alimentar uma guerra pública contra o império que a família construiu.

O clã Beckham está debaixo de fogo e o “V+ Fama” desta quarta-feira (21) não deixou escapar o escândalo que abala uma das famílias mais famosas do mundo.

Brooklyn Beckham, o filho mais velho de David e Victoria, quebrou o silêncio através de um comunicado nas redes sociais, onde tece duras críticas à postura dos pais, nomeadamente em relação à sua esposa, Nicola Peltz.

O tema foi debatido por Adriano Silva Martins, Pimpinha Jardim, Pedro Capitão e António Leal e Silva, que se mostraram implacáveis com a atitude do jovem.

Pimpinha Jardim começou por explicar o teor das acusações, revelando que Brooklyn se sente “bastante julgado na internet” e que aponta o dedo à mãe por alegadamente ter recusado entregar o vestido de noiva à última hora, obrigando Nicola a procurar uma alternativa de emergência.

No entanto, Adriano Silva Martins contrapôs com informações do Daily Mail, que citam convidados a desmentir outras alegações, como a de que Victoria teria arruinado a dança dos noivos. “São duas histórias, não é? (…) Um convidado disse que não é verdade, que não houve nada disto”, afirmou o apresentador.

A análise mais contundente veio de António Leal e Silva, que não poupou nas palavras para descrever o comportamento de Brooklyn: “O primeiro erro de todos é a criação dele porque não foi educado convenientemente (…) O filho é um tonto porque nem sabe o que é que está a fazer e não percebe que na vida o mais importante é a família. Que os homens e as mulheres vão e vêm”, disparou o comentador.

Para Leal e Silva, o problema reside na falta de compreensão de Nicola Peltz sobre onde se meteu: “Ela não casou com um homem, ela casou com uma instituição. (…) E a partir do momento em que alguém pretende entrar numa instituição (…) tem que entrar com as regras que a instituição tem.”

Pedro Capitão alinhou pela mesma bitola, concordando que o papel de Brooklyn deveria ser o de apaziguador e não o de incendiário.

“Esta rutura tão bruta do Brooklyn com os pais, eu acho que não se faz”, defendeu, reforçando a ideia de que a lealdade à família deve prevalecer. António Leal e Silva rematou o debate com um elogio à postura de defesa do casal Beckham: “A Vitória e o Beckham fazem muito bem em defender com unhas e dentes essa instituição e esse nome, porque o nome deles vale milhões.”

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