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Daniel Nascimento considera Cristina Ferreira ‘imprudente’ por incluir namorado no projeto profissional

Para o comentador, a apresentadora mistura mundos que não se devem fundir!

Entre roteiros de sonho no Sri Lanka e a exposição mediática do namoro com João Monteiro, Daniel Nascimento deixa o alerta: misturar afetos com marcas pode ter um preço alto.

As Maldivas e o Sri Lanka servem de pano de fundo para as mais recentes “férias de luxo” de Cristina Ferreira e João Monteiro, mas no plateau da “Tarde das Estrelas”, o foco não é apenas o romance, e entre a celebração do amor e a promoção de produtos de cosmética, discute-se onde termina a vida privada e onde começa a rentabilização da marca pessoal.

O pretexto eram as águas cristalinas das Maldivas e as celebrações de um ano de namoro – ou talvez o aniversário da oficialização da relação, como defendeu Ana Barbosa. No entanto, o debate no programa da CMTV rapidamente derivou para a estratégia comercial de Cristina Ferreira, que aproveitou a viagem para promover a sua marca, a “Gira”, com o aval (público) do namorado.

Ágata Rodrigues, lançou o mote questionando se as Maldivas teriam sido o palco do “oficializar” do compromisso, ao qual Ana Barbosa, conhecedora dos destinos, não só validou a felicidade da apresentadora como arriscou um palpite cronológico: “Acho que o pedido de namoro foi feito nesta altura, em janeiro de 2024, porque acredito que começou a haver uma aproximação mais lá para o fim de dezembro. E quando eu digo acredito, tenho quase a certeza.

A ex-concorrente do Big Brother destacou ainda o valor aspiracional destas partilhas: “São destinos que muitas não têm a possibilidade de ir. E assim podem também fazer um bocadinho uma viagem também com ela.

A grande clivagem do debate surgiu quando o foco mudou da paisagem para o produto. Cristina Ferreira utilizou as redes sociais para promover um “Body Glow”, afirmando que João Monteiro “gostou e aprovou”, o que para Daniel Nascimento, embora o gesto possa ser interpretado como uma tentativa de incluir o parceiro no seu mundo  “para ele, de alguma forma, não se sentir de fora daquilo que ela está a fazer” , há uma linha vermelha que está a ser cruzada.

O comentador não poupou nas palavras ao analisar o risco desta exposição: “Em termos de negócio, não sei porque é chato o que eu vou dizer. Mas vou dizer: As pessoas estão, mas um dia podem não estar. E quem já tem experiência de vida e destas coisas pode perceber que se calhar é melhor não misturarmos beijinhos e biscoitos com o negócio.

Enquanto Jéssica Antunes defendeu a eficácia da estratégia “Ela sabe que o público dela também liga muito àquilo que os companheiros poderão querer ou gostar“, Ricardo Martins Pereira, conhecido como “O Arrumadinho”, trouxe o ceticismo masculino para a mesa “Vocês mulheres são tão ingénuas. Vocês acham mesmo que o homem sabe o que é um Body Glow?“, questionou, ironizando sobre a literacia cosmética de João Monteiro.

O debate encerrou com uma nota de pragmatismo e, entre o “Woman Power” e o brilho na pele, Cristina Ferreira parece estar a fazer o que melhor sabe: transformar a sua felicidade num ativo financeiro, ignorando, para já, os avisos de quem vê no excesso de exposição um risco para a longevidade do negócio e da própria relação.

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