“Deveria ter sido humilde”: V+ Fama arrasa Dudu por recusar 1,6 milhões de euros
O painel analisou a mais recente polémica da herança de Marco Paulo. Pedro Capitão e António Leal e Silva defendem que o "bombeiro de Braga" errou ao não aceitar o primeiro acordo, avisando que com tanta exigência "pouco mais ou nada vai ver".
A mais recente entrevista de Eduardo Ferreira à revista Nova Gente, onde assume a intenção de passar férias na casa de Sintra de Marco Paulo e questiona o paradeiro de ouro e arte sacra, mereceu uma análise implacável no programa V+ Fama.
O apresentador Adriano Silva Martins lançou o tema afirmando que “a herança de Marco Paulo vai a caminho de se transformar na guerra das estrelas, e neste caso é Eduardo Ferreira, o bombeiro de Braga, quem contra-ataca”.
No entanto, o painel foi unânime em condenar as exigências de Dudu, especialmente depois deste ter recusado uma primeira proposta milionária. Pedro Capitão foi o mais direto na crítica, atirando que “o Eduardo devia ter aproveitado o primeiro acordo do 1.6 milhões” e que, não estando à espera de nada do testamento, “deveria ter sido humilde e ter apanhado a crista da onda”. O comentador reforçou que “é uma oferta maravilhosa” e que no lugar dele “aceitava na hora”.
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António Leal e Silva concordou em absoluto, sublinhando que perante toda esta confusão, se calhar Dudu “pouco mais ou nada vai ver”.
Sobre a vontade do herdeiro em exigir as chaves das propriedades, Guilherme Castelo Branco avisou que a estratégia de pressão não vai resultar e que “o Dudu às vezes peca por falar demais”, aconselhando-o a consultar o advogado antes de fazer declarações públicas. O comentador explicou que “legalmente ele não tem um direito logo à partida de poder ir para as casas” sem a autorização expressa de todos os outros herdeiros, agravando-se a situação na casa de Sintra por ser a habitação de António Coelho.
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Quanto às desconfianças sobre o desaparecimento de bens valiosos, Guilherme lembrou que o ouro e a arte muitas vezes não estão declarados e que o cantor pode ter doado essas peças em vida.
António Leal e Silva desvalorizou por completo as suspeitas, afirmando que “as pessoas viajaram na maionese” e que, pelas imagens que viu da casa, as figuras religiosas não passam de “umas santas, coitadinhas”, muito longe de serem verdadeira arte sacra de elevado valor.
A análise culminou com uma dura crítica à forma como todo o processo sucessório foi gerido pelo próprio Marco Paulo. António Leal e Silva não poupou o cantor romântico, lamentando que este tenha exposto a sua vida privada e manchado o seu legado. “Acho que o Marco Paulo errou, fez mal, foi mexer numa coisa que não devia ter mexido, mexeu na imagem dele, estragou uma imagem que ele levou anos a construir”, atirou o socialite. Para o comentador, a solução digna teria sido o artista pegar num “bolo de dinheiro ou de bens” e entregá-los diretamente em vida a Dudu, justificando que “a vossa família está aqui, quero-vos deixar isto”.
Em vez disso, o conselho para “ir lutar até ao fim” contra o compadre e o afilhado transformou-se num pesadelo mediático, com António Leal e Silva a lamentar que, em vez de se enaltecer a música e o talento, se continue a falar “de dinheiro, que é uma coisa horrorosa”.