Do “bafo matinal” ao risco de enfarte: o susto cardíaco de Sara Santos na 1ª Companhia
A recruta entra em 'pânico' após resultados médicos
A recruta temeu pela saúde após resultados “muito fracos” nos testes médicos, mas a explicação pode estar num detalhe inusitado da higiene matinal.
O cenário na Sala de Instrução da “1ª Companhia” tornou-se subitamente sombrio na manhã desta sexta-feira, e o que começou como uma rotina de exames médicos de diagnóstico terminou com um aviso severo do Comandante José Moutinho: metade dos recrutas famosos está em pior forma do que quando entrou na recruta da TVI. Para Sara Santos, o diagnóstico foi mais do que um alerta; foi o início de uma crise de pânico.
A manhã no quartel mais vigiado do país começou cedo, com a entrada intempestiva do Comandante, dos instrutores e da equipa de enfermagem. O objetivo era claro: avaliar a resistência cardiorrespiratória dos concorrentes após semanas de esforço físico e privação de sono, contudo, os resultados apresentados horas depois revelaram uma tendência preocupante: cinco dos dez recrutas viram os seus índices de saúde recuar.
O momento de maior tensão ocorreu quando José Moutinho confrontou Sara Santos com os seus números. O declínio foi acentuado e as palavras do Comandante não deixaram margem para tranquilidade “No primeiro teste teve ‘fraco’, agora teve ‘muito fraco’, ou seja, o seu teste amanhã vou eu fazer para medirmos isto tudo com precisão“, anunciou o superior perante o olhar incrédulo da recruta. O veredicto final de Moutinho lançou o alarme: “Porque ‘muito fraco’ é aconselhável ser vista por um médico“.
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A reação de Sara Santos foi imediata e pautada por uma ansiedade que rapidamente contagiou a caserna e, entre o receio de uma patologia grave e as sensações físicas provocadas pelo nervosismo, a concorrente questionou a equipa: “Posso ter um ataque cardíaco? Não, a sério, estão-me a dar picadas agora no coração“.
No entanto, à medida que o pânico dava lugar à reflexão, surgiu uma explicação tão inusitada quanto reveladora sobre a pressão da imagem em televisão. Sara admitiu que os resultados catastróficos podem ter tido uma origem menos clínica e mais… estética.
“Eu ouvi os sons quando acordei mas não foi disso, eu não respirei (…). Eu, de manhã, fechei mesmo a boca de propósito e não respirei por causa do bafo matinal e então fiz aquilo tudo de boca fechada e só pelo nariz, isto pode influenciar?“, perguntou a recruta, visivelmente preocupada com a possibilidade de o seu zelo pela higiene – perante as câmaras e os colegas – ter distorcido as frequências cardíacas registadas pelos aparelhos.
“Ressaca pura”: O desmame “à bruta” de Sara Santos da 1ª Companhia