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Entre a mudança de clube e as obras em Lisboa: A nova vida de Bernardo Silva e Inês Degener no V+ Fama

O futuro do jogador do Manchester City foi debatido no V+ Fama. Longe do regresso a Portugal ou da permanência em Inglaterra, os comentadores analisaram a nova vida do futebolista

A saída de Bernardo Silva do Manchester City é oficial e o futuro do internacional português dominou a conversa no programa V+ Fama desta segunda-feira.

Entre o destino do jogador nos relvados e o andamento das obras da sua luxuosa casa em Lisboa, partilhada com Inês Degener Tomaz e a filha de ambos, Carlota, o painel conduzido por Adriano Silva Martins não deixou escapar nenhum pormenor.

“Bernardo Silva vai mesmo deixar o Manchester City, já é oficial”, confirmou de imediato Adriano Silva Martins, lançando a grande questão que paira na cabeça de muitos adeptos: estará a família de malas feitas para Portugal?

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Para tristeza da nação encarnada, o apresentador atirou por terra a hipótese de um regresso imediato à Luz. “A nossa informação é que não”, esclareceu, detalhando as prioridades desportivas do jogador de 29 anos, que no clube inglês conquistou inúmeros títulos, incluindo uma Liga dos Campeões e cinco Premier Leagues. “Não é momento ainda ou o Bernardo considerará que ainda não é momento de regressar ao Benfica e vai priorizar ofertas em campeonatos onde ainda não jogou. Ou seja, Inglaterra não é opção para ir. França, onde também já jogou, salvo erro no Mónaco, também não é opção para ir e vai priorizar então Espanha e Itália. Esses são os mercados para os quais está focado, embora a Arábia Saudita também seja sempre uma possibilidade”, revelou Adriano.

Marta Aragão Pinto concordou que, apesar do desejo dos benfiquistas, o momento pede (ainda) outros voos: “Claro que percebo que os benfiquistas gostassem que ele viesse para o Benfica, não me parece. Também se fala no Barcelona e na Juventus, vamos ver.”

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Além do plano profissional, focaram-se ainda num outro ponto da vida de Bernardo Silva: a construção do futuro lar no coração de Lisboa. A compra e reestruturação de um edifício perto da Avenida da Liberdade, que prevê a transformação de um prédio de seis andares num palacete unifamiliar de cinco pisos – “porque eles gostam de tetos altos”, referiu Adriano –, tem enfrentado percalços. “Agora há atrasos. É um clássico nas obras. E se for um palacete de seis andares, ainda mais”, brincou o apresentador.

Pedro Capitão mostrou-se surpreendido com o investimento face à ausência de planos desportivos em Portugal. “Agora a minha pergunta é: para que é que é um palacete de seis andares se tu não tens interesse em voltar a jogar em Portugal?”, atirou. “Porque o futuro, imagino que o Bernardo e a Inês, que são duas pessoas de família e que adoram Portugal, seja por aqui que queiram fixar-se”, defendeu Adriano Silva Martins.

António Leal e Silva interveio com o seu habitual estilo descontraído, atirou, “Tu podes ter a tua residência, a tua casa de família em Lisboa, e há uma casa ótima, seis pisos, é simpática, eu acho. E o sítio é ótimo”, comentou, refutando a ideia de Pedro Capitão de que “uma casinha mais humilde” seria o ideal ou de que o próprio morador pudesse ou devesse tratar da limpeza e da logística de uma estrutura daquela dimensão.

Para Leal e Silva, o investimento é merecido. “Cada um tem a casa que quiser e que puder ter. E faz lindamente, tem que ter 6 ou 10. Ele trabalha, joga à bola, ganha dinheiro (…). Tem mais é que comprar tudo e dá trabalho a muita gente. E se tiver lá 10 empregados, melhor. E se descontar para a Segurança Social, melhor“, argumentou o comentador, rematando com uma visão otimista sobre a reabilitação da cidade. “Olhe, eu acho lindamente, e tem mais, tendo em conta o restauro, às vezes é tão importante. (…) Há tantas casas ótimas, casarões, palacetes, que é património (…) e isto é uma maneira de restaurar.”

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