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ENTREVISTA EXCLUSIVA! VIRGÍLIO CASTELO: “O casamento com a Alexandra Lencastre teve momentos complicados, assédio difícil, muitas ligações”

Aos 72 anos, o eterno galã conta tudo, sem segredos. Numa conversa intimista e com "bolinha vermelha"!

Lançado nesta quarta-feira, 28 de Janeiro, eis o novo livro do veterano ator. Sobre histórias e aventuras das noites.

Nas primeiras novelas era o “imaginário de dois tipos de mulheres: que ainda não estavam sexualmente ativas ou que tinham deixado de estar”. Aos 49 anos, assentou!

DIOGUINHO – Vamos começar, então, pela novidade, o livro ‘Consumo Obrigatório’. Porque escolheu o Afonso Pimentel para apresentar o livro?

VIRGÍLIO CASTELO – Porque tem a ver com… Sobretudo com a noite, não é? Porque, inicialmente, fez-me confusão como é que, sendo a noite uma zona da vida que toda a gente enfrentou num determinado momento, havia pouca coisa escrita sobre isso. E então, resolvi escrever sobre boates, discotecas, bares, locais onde a noite acontecia, e continua a acontecer, naturalmente, não é? E, portanto, achei que, a certa altura, para poder falar sobre a noite, tive que encontrar, digamos, um espaçamento temporal. Porque as histórias passam-se desde 1966 até 2001. Achei que o melhor era falar das peças de teatro, dos filmes, das novelas, das produções, digamos, do meu trabalho de ator, que, de algum modo, situa os leitores no tempo. E, por isso mesmo, achei que era interessante ter um ator a falar sobre histórias que se passaram com outro ator, e uma escritora a falar sobre a escrita propriamente dita.

ENTREVISTA EXCLUSIVA! VIRGÍLIO CASTELO: "O casamento com a Alexandra Lencastre teve momentos complicados, assédio difícil, muitas ligações"
ENTREVISTA EXCLUSIVA! VIRGÍLIO CASTELO: “O casamento com a Alexandra Lencastre teve momentos complicados, assédio difícil, muitas ligações”

Aquela velha máxima, que é verdadeira, do sexo, drogas, rock and roll, álcool, fazem parte do imaginário e também da verdadeira vida, da vida real, digamos assim, das pessoas ligadas às artes.

Eu acho que faz parte. Aquela trilogia, o sexo, drogas e rock and roll, é uma coisa que aconteceu, digamos, é uma espécie que apareceu nos anos 60, e foi transversal até toda a juventude, digamos, não foi só pelos artistas, mas toda a juventude, um pouco por todo o mundo, se virou um bocadinho para esses três mandamentos. Acontece que esse imaginário não veio para Portugal nos anos 60, só veio para Portugal nos anos 70.

Como as coisas acontecem em Portugal sempre um bocadinho…

Atrasadas, sim. Um bocadinho atrasadas. Eu acho que foi a minha geração, portanto a geração que tinha 20 anos, nos anos 70, que viveu mais a fundo o sexo, drogas e o rock and roll.

Como é que começou a sua carreira?

Sim, eu comecei a trabalhar… Eu tinha 18 anos e comecei numa agência que existia que se chamava IEM, Agência Internacional de Modelos, que era ali na (Avenida) 5 de Outubro (Lisboa) ou coisa assim, não me lembro muito bem. E, portanto, eu comecei a trabalhar na moda dos 18 até aos 21, e depois, quando comecei a trabalhar como ator, ainda fiz dois ou três trabalhos como modelo, mas fui deixando de fazer.

Nessa altura, anos 70, o Virgílio era considerado uma estampa, um playboy…

Atenção, isso é uma das coisas engraçadas que há no livro, que eu digo que nunca fui um playboy, ou seja…

Mas sempre teve esse rótulo, portanto…

Ah, sim, sempre tive, sempre tive, mas nunca fui. Eventualmente, todas as histórias de amores e desamores que me aconteceram não foram propriamente por haver uma pulsão em mim para colecionar amor.

Quando começou na moda, e tendo uma boa imagem, como mantém até hoje, quando saía para a noite, era muito assediado, escolhia quem queria?

Sim, facilitado em termos de escolha! Sim, sim, sim, mas isso foi sobretudo depois da novela ‘Origens’. Quando fiz a novela, já tinha 30 anos.

Foi a segunda novela portuguesa, a seguir à ‘Vila Faia’.

Exatamente, exatamente. Foi produção da RTP, gravada nos Estúdios Edipim. Com o Nicolau (Breyner). Mas, de facto, o que aconteceu com essa novela, com a ‘Origens’, é de 1983 para aí, 1983, 1984… A partir daí, sim, aí é que eu me tornei mais conhecido do grande público.

Só havia um canal, uma novela, e, portanto, o Virgílio passou a ser um galã?

Sim, digamos que era isso. Porque isso que hoje em dia, e ainda bem, é perfeitamente aceite por todos os jovens atores que estão no mercado com as mesmas características, nessa altura, o ser-se um galã não era propriamente um elogio. Se era um galã é porque não era bom ator, é porque não tinha jeito, só tinha um físico. E isso, a mim, magoou-me durante muitos anos.

Qual era a personagem?

Não era um menino-bonito… Não, não. A personagem começou por ser um músico. Um músico que tocava numa boate chamada Catacumba, com o António Feio e Filipe Crawford. Depois evoluiu, evoluiu para deixar de ser só músico, passou a ser um polícia infiltrado, porque andava a descobrir um problema de tráfico de droga. Mas depois também acharam que já não podia ser um polícia, e acabou por ser um jornalista que estava infiltrado para descobrir um caso de tráfico. Portanto, digamos que a personagem acabou por ser um jornalista. Se me perguntam o nome, eu já não me lembro, julgo que era André. Não tenho bem a certeza.

Como é que chegou à televisão, fez um teste, chamaram-no?

Tinha estado na ‘Vila Faia’ a fazer um papel pequenino, a fazer episódios, e depois chamaram-me para voltar a seguir. E foi nessa altura que começou a nascer… Porque nessa altura as novelas tinham aquele fascínio que hoje em dia ainda têm, mas nessa altura era só aquela. Tinha uma repercussão pública muito maior, sim, isso tinha. Tinha muito público e muita gente a ver. E os atores que participavam tornavam-se naturalmente conhecidos.

Ainda se lembra do primeiro impacto de quando saía à noite?

Sim, sim. Posso dizer-lhe uma coisa que tem a ver um bocado com este livro, com o ‘Consumo Obrigatório’. Eu recebia, nessa altura, recebia muitas cartas de… Eu recebia muitas cartas. E é engraçado, que eram cartas de admiradoras. Mas as admiradoras dividiam-se em dois grandes grupos. Ou eram adolescentes, que achavam que eu era parecido com os músicos que elas gostavam, ou então eram de mulheres já divorciadas ou viúvas, que achavam que eu era parecido com o marido que as tinha deixado ou com o marido que tinha morrido. Portanto, é muito engraçado. Eu correspondia ao imaginário desses dois tipos de mulheres. Ou seja, mulheres que ainda não estavam sexualmente ativas ou que tinham deixado de estar.

Nunca recebeu nenhuma carta de nenhum homem, ou chegou a receber? Nem na noite foi assediado?

Tive algumas pessoas, mas nunca nada declarado. Não era tão óbvio como hoje em dia. De todo, de todo. Nem pensar, nem pensar. Embora a sociedade portuguesa, à noite, nunca foi muito retrógrada. Mas pronto, eu não me movia nesses círculos e, portanto, nunca.

Qual é que foi a primeira vez e a pessoa por quem se apaixonou? Foi pela mãe da Tâmara (Castelo, primeira filha)?

Não, não. Isso eu conto isso neste livro. A primeira mulher com quem eu vivi era uma modelo que se chamava Luísa, com quem eu vivi dois anos, quando eu tinha 19 e ela 21 anos. Portanto, esse foi o meu primeiro amor.

E depois, então, foi a mãe da Tâmara?

Depois a mãe da Tâmara, depois casei com a Alexandra e depois com a Maria Lucena, foram as quatro mulheres com quem eu vivi.

Com quem tem duas filhas?
Uma tem 17 anos, outra 21.

Vamos agora falar daquele romance, apetecível à imprensa, ao público, a todos, por tudo o que envolveu. Foi com a Alexandra Lencastre?

Sim, sim. Digamos que foi um romance que, para a época, introduziu uma novidade em Portugal, que hoje em dia já não há, mas para a altura foi complicado para nós porque eram uma atriz e um ator muito conhecidos.
Muito conhecidos, exatamente. Mesmo antes de estarem juntos. Figuras de topo.
Exatamente. E não eram, quer dizer, cada um não tinha nada a ver com a carreira do outro, nenhum precisava do outro. Não mesmo. De modo que foi uma novidade na altura, isso, que teve coisas divertidas, mas também coisas complicadas. Durante muito tempo houve um assédio, houve um assédio difícil.

Mas o problema do casamento do Virgílio foi que a Alexandra sempre o amou mais, do que o Virgílio a ela?

Não, não. Essas são questões que eu não vou, não posso, nem devo, tratar de uma maneira tão unipessoal. Ou seja, eu não posso dizer que o casamento acabou por este ou por aquele motivo, porque eu tenho uma perspectiva e ela terá outra. Mas a questão é que, essencialmente, eu acho que o nosso caso é um caso clássico, que é, não há grandes histórias de relações de atores que tenham durado. Neste livro, faço uma tentativa de explicação. E a tentativa de explicação é mais ou menos esta, que é, já é difícil uma pessoa, neste caso um homem, uma mulher, lidarem um com o outro quando é apenas um a lidar com o outro. No caso dos atores, os atores são mais do que uma pessoa, têm mais do que uma pessoa dentro. E depois, são duas pessoas que se movem no meio onde há muitas ligações, personagens a desempenhar.

Mas quem é que disse, ‘acaba-se o casamento’? Foi o Virgílio ou a Alexandra?
Não, isso não digo nada (risos).

Mas continuam amigos até hoje?
Muito, muito. Ela vai estrear para a semana uma peça aqui no (Teatro da) Trindade. Maravilhosa, com o Diogo Infante. E eu tenho estado a ensaiar a peça que vou fazer no São Luis. Começámos a ensaiar, fizemos os ensaios ali no Trindade. Nós cruzamo-nos todas as noites, portanto somos amigos.

Qual é a peça que vai fazer?
Chama-se ‘Todos os Pássaros’. Vai estar no (Teatro) São Luis a partir de meio de Março. Com o Marco Delgado, a Cucha Carvalheiro, a Madalena Almeida…

O Virgílio continuou a fazer novelas, séries, filmes, teatro. Fez tudo e mais alguma coisa. E houve uma altura em que, obviamente, o Virgílio foi uma pessoa que curtiu a noite. Que gostou de sair, de conviver.

Sim, eu saí até aos 49 anos.

E porquê só até aos 49?
Porque depois conheci a Maria Lucena. E, apesar de ter uma vida de casal, voltei a ter uma vida de família outra vez. E, portanto, já não fazia sentido sair mais à noite.

Então, a Maria fez com que o Virgílio, aos 49 anos, usando aquela expressão que se diz muito na gíria, assentasse. Assentou?
Exatamente!!!

O Virgílio fez muitas novelas e foi diretor da NBP (Nicolau Breyner Produções). O Virgílio era responsável por toda a produção, por todas as grandes novelas e séries que eram feitas. Como é que foi lidar com isso, sendo que estamos a falar de um diretor que tem que lidar com egos, lidar com o canal que compra. Neste caso, era a TVI e o José Eduardo Muniz. E, ao mesmo tempo, lidar com os pedidos dos colegas atores que ou não tinham trabalho, ou queriam trabalho, ou queriam receber mais.

Não sei se foi tudo relativamente fácil. Digamos, do outro lado das câmaras. Que foi na NBP, quando fui diretor-geral. Depois, consultor na SIC. Depois, quando fui consultor na RTP. Portanto, em cada um desses trabalhos, eu senti sempre como se fosse uma comissão de serviço. Ou seja, era algo que eu fazia porque as pessoas me contrataram e acreditaram que eu tinha capacidades para fazer aquilo. Eu encarava sempre como uma coisa de dever e não de prazer. Eu tenho prazer em escrever e em representar. Aquilo era uma coisa em que eu tinha mais obrigações e deveres do que propriamente prazer.

Mas não recorda nenhuma situação em que tenha tido que ter pulso firme?

Não, não. Eu tive muita sorte. Aliás, eu sou um tipo que tem tido muita sorte ao longo da vida. Eu, por exemplo, gostei imenso de trabalhar com o Zé Eduardo (Moniz, diretor geral da TVI). E, passei um período muito interessante com ele porque foi o período em que as novelas portuguesas ultrapassaram as brasileiras. Isso foi uma felicidade enorme para toda a gente. Isso mudou o paradigma da produção de novelas em Portugal. E, nessa altura, a TV estava numa fase muito…Todas essas novelas foram um período fantástico de entusiasmo criativo.

Depois chegaram as séries.

Exatamente. O último trabalho que eu fiz desse género foi na RTP, e eu gostei muito também do que fizemos na RTP porque foi quando passámos a fazer séries em Portugal. Quando se fazia séries em Portugal, fomos nós na RTP que inaugurámos isso. Na altura fomos muito atacados porque achavam que era o fim das novelas, mas não foi nada. Foi apenas uma mudança e eu gosto disso, das mudanças, percebe? Portanto, também me entusiasmou muito esse trabalho. Agora, acho que o nosso problema essencial com a ficção, sejam novelas, sejam séries, sejam filmes, o nosso problema é financeiro. O nosso problema é financeiro. Nós não temos dinheiro que chegue para produzir as coisas como elas têm de ser produzidas. O problema é que os orçamentos que nós temos são baixíssimos.

Quando aceita um papel, por exemplo, como aceitou este último, o António, na ‘Vitória’ (SIC), em que é uma personagem dura, uma personagem que, no fundo, é um cão de fila, é uma grande contracena com um grande ator também, o José Raposo, com a Rita Salema, quando lhe apresentam o papel e o convite, tem noção de que vai ser sucesso ou não?

Esta novela, a personagem da Cláudia Vieira, é a vida das pessoas, das pessoas comuns. O problema dos filhos, a guarda dos filhos, quem fica com os filhos, são os pais, são os avós. Eu acho que são dramas emocionais que tocam toda a gente. Portanto, eu acho que tenho uma boa opinião da novela.

Aquela contracena do Virgílio com a Rita também é possível porque já se conhecem há muitos anos? O entrosamento é fácil?

É fácil, é fácil. Rapidamente chegamos aos registos um do outro e gostamos mesmo de trabalhar um com o outro. A Rita é muito generosa. Acho que essa é a palavra certa. Acho que sim. A nossa contracena é uma dádiva de parte a parte, isso é.

E mesmo o rapaz que faz de vosso filho…

Acho que ele é muito bom ator. Sim. O Gonçalo é muito bom ator, eu gostei muito dele. O elenco é fabuloso. E a novela funciona muito bem.

Está a pensar em voltar a fazer novelas ou agora é só teatro? não é?

Sim, teatro. Felizmente, eu não me queixo. Eu tenho conseguido trabalhar ao longo destes 52 anos de trabalho. Tenho tido sempre a sorte de me convidarem e de fazer coisas diferentes, técnicas e estilos diferentes. E, portanto, eu tenho tido felizmente muitos convites que me permitem variar. Portanto, agora estou a fazer esta peça que é completamente diferente…

Qual é a sua personagem?

Esta peça é sobre os israelitas e os judeus. Eu faço a personagem de um antigo militar judeu. E, entretanto, por exemplo, também estou a substituir o Ruy de Carvalho n’ A Ratoeira’, durante os fins de semana. É uma super honra estar a fazer um papel do Ruy de Carvalho. Sim, sim, sim. Completamente.

E como é que o Ruy está?
Está melhor. Já está em casa… Agora está acompanhado. Mas está melhor. Mas não está em condições de voltar a trabalhar. Tão depressa vai ser difícil. Está com 98 anos, faz 99 em Março. Portanto, é complicado, não é?

No livro ‘Consumo Obrigatório’, abre o livro da sua vida privada?

São histórias de noites, de boates, de discotecas, de bares. Coisas que se passaram comigo, outras que eu ouvi falar, outras que me contaram, outras que eu inventei. São histórias da noite passadas em Lisboa, no Algarve, no Porto, nas Ilhas Gregas, em Paris, Monte Carlo, Rio de Janeiro, Holanda. O Banana Power, Caruncho, Elefante Branco, Plateau, Johnny Guitar, Kapital ou Stones. Coisas que eu fui… Sitios por onde eu passei e onde aconteceram histórias interessantes. Aquilo que está lá escrito, aquilo chama-se ‘Consumo Obrigatório, O Escândalo e a Ternura da autobiografia de toda uma geração’.

Quis ‘dar o nome aos bois’ ?
Sim, em algumas coisas sim, em outras coisas não.

Mas vai contar histórias de figuras públicas?
Não, não. As figuras públicas que aparecem na história são as figuras com quem eu me cruzei. Estão lá o nome delas, obviamente. Mas as histórias não são delas. Elas podem ter entrado em alguma parte das histórias, mas não são histórias delas. Não iria nunca contar histórias das pessoas sem elas saberem, nem pensar (risos).

Porque é que o público deve comprar o livro?

Não me lembro assim de nenhum livro com esta temática. Digamos que é original. A maneira como ele está concebido. O que eu acho que pode ter interesse para as pessoas é porque, como é que eu ia dizer isto? Aquilo que eu lhe disse há bocado. Aquelas histórias acabam por ser… Eu acabei por fazer sem querer, uma espécie de retrato de toda uma geração. Ou seja, se eu quisesse sintetizar isto, diria assim, diria que isto é um livro que aparece nos anos 20 para as pessoas que têm agora 70 anos e que tinham 20 anos nos anos 70 do século passado. Ou seja, isto são histórias que as pessoas que começaram a ir às boates nos anos 80, as pessoas que foram ao Plateau, ao Frágil, ao Alcântara Mar. Toda essa gente, muito mais nova do que eu, que começou as noites aí, vão encontrar com certeza nestas histórias pedaços da vida delas. Eu acho que valerá a pena lerem o livro por causa disto. Eu fiz toda uma pesquisa musical e em cada um dos contos aparece a música que se tocava na altura. Portanto, acho que as pessoas vão lembrar-se do que viveram há 30, 40, 50, há 20 anos atrás.

Quanto tempo é que demorou a escrever este livro?
Isto demorou algum tempo. O arranque do livro foi há muitos anos. Não sei, talvez há 15 ou 20 anos. Mas depois fui escrevendo, a pouco e pouco. Mas agora, digamos, a parte final, foram dois anos a escrever.

Para terminar, e porque estamos a falar da noite e das suas aventuras da noite, e de quando frequentava até assentar, qual foi o pior ‘date’, o pior encontro que teve na noite e que pensou “o que é que eu estou aqui a fazer com esta mulher”? Ainda se lembra?

Vou responder com uma frase em inglês. ‘A Gentleman never tells’ (Um cavalheiro nunca revela).

Ah, ok. Está bem. Mas teve. Até a um galã como o Virgílio.

Acontece a todos (Risos).

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