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“Entrou com muito medo de estragar o que construiu”: O verdadeiro motivo da postura de Rui Freitas

Cristina Ferreira e Cláudio Ramos estiveram à conversa com os defensores dos finalistas da 1.ª Companhia. Entre revelações sobre saudades e feitios difíceis, o painel concordou que a maior vitória do programa já foi alcançada: a Boina.

A febre da final da 1.ª Companhia invadiu o estúdio do Dois às 10 na manhã de hoje.

Cristina Ferreira e Cláudio Ramos receberam os familiares e amigos dos grandes finalistas – Joana D’Arc, Rui Freitas, Soraia Sousa, Filipe Delgado, Nuno Janeiro e Noélia – para um balanço da prestação de cada um ao longo desta dura experiência militar.  A conversa revelou os medos, as expetativas e o orgulho de quem acompanhou tudo a partir de casa.

O marido de Joana D’Arc foi um dos primeiros a intervir, tranquilizando os fãs sobre as dúvidas que a recruta tem manifestado em relação ao seu futuro profissional, e o companheiro da artista garantiu que o impacto do programa foi altamente positivo: “Portanto, é de facto que cá fora tem havido grande procura. Portanto, a Joana é uma artista, é uma cantora”.

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Sobre as incertezas normais de quem está isolado, acrescentou: “Eu acho que todos eles estão com dúvidas, não sabem o que se passa cá fora, mas de facto espera-lhe uma grande surpresa a esse nível. Ela vai crescer artisticamente”. No campo pessoal, assumiu as saudades da filha do casal, confessando que “não está a ser fácil, mas amanhã já acabam”.

A atenção virou-se depois para Ricardo, amigo de Rui Freitas. Cláudio Ramos admitiu que a evolução do recruta foi uma surpresa, relembrando que este parecia estar “a medo” nas primeiras semanas. O amigo confirmou esta postura defensiva, explicando o verdadeiro motivo: “Sim, ele entrou com muito medo das câmaras e da exposição que ia ter, e então entrou com muita calma para, acima de tudo, não estragar o bem que ele construiu cá fora”. Ricardo sublinhou ainda que “ele entrou para dar um boom, claro, como todos, mas ele também, acima de tudo, não quis estragar o que já construíram”.

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A calma de Rui Freitas foi testada nos primeiros embates na caserna, nomeadamente com Pedro Barroso, algo que deixou os amigos apreensivos em Vizela. Ricardo recordou a situação: “Sim, eu acho que ele esteve muito bem em relação, se formos falar da primeira situação com o Pedro Barroso, acho que ele esteve muito bem, esteve sempre imparcial, muito calmo e acho que foi isso que o fez ir crescendo aos pouquinhos ao longo do programa”. Contudo, quando o assunto são as chefias militares, o amigo não escondeu o feitio complicado do finalista: “Não, para os instrutores não. Ele para receber ordens já não gosta muito”.

A um dia da decisão, a mobilização para a vitória é total. O representante de Rui Freitas deixou um aviso claro aos adversários: “Ele tem um grupo fantástico cá fora… Estou-te a dizer que o Grupo é fantástico, pode ser pequenino e fantástico… Mas estamos a trabalhar para que ele fique bem posicionado”.

A rematar a conversa, Cláudio Ramos recordou as palavras do recém-expulso Manuel Melo para relativizar a importância do primeiro lugar: “Mas mesmo que ele não vença, ele já tem uma vitória que é a Boina. O Manuel Melo dizia ontem que a maior vitória deles é a Boina”.

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