Ex-Big Brother Jéssica Vieira ‘perdida’ no aeroporto: Descubra com quem está acompanhada
O medo, o porão e as Chanel: Jéssica Vieira faz partilha hilariante
Entre o desconhecimento do terminal e o medo das alturas, a viagem em família tornou-se um entretenimento nas redes sociais.
Jéssica Vieira, rosto familiar de formatos como o “Big Brother” e a “Casa dos Segredos”, trocou o isolamento das câmaras pela agitação do Aeroporto de Lisboa. Acompanhada pela mãe, que se estreou nas lides aéreas, a jovem partilhou uma série de registos onde a ansiedade e o humor dominam o roteiro de uma viagem que começou com mais dúvidas do que certezas.
Para muitos, o aeroporto é um local de rotina; para Jéssica Vieira e a sua mãe, foi o cenário de uma “missão impossível”. Afastada das viagens de avião há mais de dez anos, a ex-concorrente confessou o seu pânico logo nos primeiros minutos de gravação: “Ei malta, estou cheia de medo (…) Vou fazer uma viagem e vou com esta menina aqui que vai andar de avião pela primeira vez. Eu já não ando de avião há mais de 10 anos e vou-vos confessar que eu odeio andar de avião. Já temos aqui as malinhas e let’s go! Ai, meu Deus!”
A falta de prática com a logística das viagens internacionais não passou despercebida. Entre o riso e o desespero, Jéssica descreveu o cenário de confusão que encontraram ao tentar fazer o check-in: “Duas tolas no aeroporto que não sabem onde fazer check-in. Eu não sei nada disto. Socorro! (…) Eu não sei qual é o nosso terminal. Eu não percebo nada disto. E ela? Nunca andou!“.
A salvação das duas viajantes acabou por ser um funcionário, apelidado por Jéssica como “o mais simpático do aeroporto”, que as ajudou a navegar pelas etapas pré-embarque, incluindo o momento caricato em que tiveram de se descalçar na segurança: “Descalçámos a CPT Chanel. Vocês estão a perceber, isto está a ser uma animação. Porque nós não percebemos nada disto. Parece que estamos tipo noutro planeta.”
Já na sala de embarque, a mãe de Jéssica – a verdadeira estreante desta aventura – revelou que o seu maior receio não era o voo em si, mas sim o estado de nervos da filha: “Para já, grande aventura, perdidas. Aparentemente, está a travar gente pior que eu (…) Eu não sei para onde estou usando, mas estou a ficar com medo por causa dela.”
A impaciência com os atrasos típicos da aviação comercial também não foi esquecida, com Jéssica a questionar, em tom de brincadeira, a lógica do tráfego aéreo: “Por que é que o voo atrasa, maldita? (…) Não há trânsito no ar, não há semáforos.”
O périplo terminou com as duas já instaladas no interior da aeronave, com a troca estratégica de lugares a ditar o tom final da viagem. Enquanto a mãe, entusiasmada, ocupou o lugar junto à janela para apreciar a vista, Jéssica preferiu o isolamento visual: “Ela quis ir à janela e eu dispenso, que eu não quero olhar para baixo.”
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