Ex-repórter da TVI Sofia Vasconcelos vive pesadelo e V+ Fama revela queixa-crime: “Vítima de violência doméstica”
A casa da radialista da Mega Hits terá sido vandalizada pelo ex-namorado. A denúncia foi feita por uma terceira pessoa em janeiro e já está nas mãos das autoridades.
Sofia Vasconcelos, antiga repórter da TVI e atual apresentadora do podcast 100 Purpurinas na rádio Mega Hits, está a atravessar um momento delicado a nível pessoal.
O programa V+ Fama revelou em exclusivo que a comunicadora e cofundadora da marca de swimwear Marma foi alegadamente vítima de violência doméstica e vandalismo por parte do seu ex-namorado.
Durante a emissão, Adriano Silva Martins avançou com os detalhes do caso, explicando que o processo já está a decorrer nas autoridades, embora a denúncia não tenha partido da própria vítima: “uma terceira pessoa foi, apresentou uma queixa na esquadra no mês de janeiro, ao saber e ao ter conhecimento que a casa da ex-repórter e apresentadora tinha sido vítima de vandalismo”. Ainda acrescentou ainda que o alegado agressor já tem um histórico de queixas do mesmo foro no passado, o que terá deixado a radialista bastante assustada.
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Isabel Figueira mostrou-se consternada com a situação e enviou uma mensagem de apoio e solidariedade à ex-colega de estação. A comentadora lamentou que a justiça ainda não tenha travado o comportamento reincidente do suspeito e justificou o facto de a denúncia ter sido feita por terceiros com o medo que paralisa muitas vítimas: “Há uma fonte seguríssima que nos assegura que a Sofia passou por este pesadelo, e este é um tipo de pesadelo que eu prefiro que nenhuma mulher passe (…) há muitas mulheres que passam por isto e não têm coragem, não têm coragem de fazer queixa deste tipo de abusos que sofrem”.
Guilherme Castelo Branco adotou uma postura mais cautelosa no debate, recordando o princípio legal da presunção de inocência até que haja uma condenação provada em tribunal. Ainda assim, o comentador esclareceu os contornos da lei portuguesa que permitiram o avanço do processo criminal: “isto é um crime público, portanto não tem que ser a alegada vítima a fazer a denúncia, podem ser terceiros. (…) uma pessoa que veja o que aconteceu ou que ouviu o que aconteceu, seja o que for, pode prestar uma declaração e o processo inicia-se”.
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Guilherme condenou frontalmente o ato de destruição da casa, sublinhando a necessidade urgente de acompanhamento psicológico e controlo de raiva para quem comete este tipo de infrações.