FamososGeralGossip

Exclusivo: António Bravo reage ao drama de violência doméstica de Sofia Vasconcelos

A notícia foi avançada no V+ Fama por Adriano Silva Martins nesta sexta-feira. António Bravo confessou que o núcleo duro de amizades foi apanhado de surpresa.

A notícia caiu que nem uma bomba no programa V+ Fama desta sexta-feira, 13 de março.

Adriano Silva Martins revelou em exclusivo que Sofia Vasconcelos, antiga repórter da TVI e atual radialista da Mega Hits e colaboradora da NiT, foi vítima de violência doméstica e teve a sua casa vandalizada pelo ex-namorado.

Na sequência das revelações que chocaram o país, o DIOGUINHO esteve à conversa com António Bravo, um dos grandes amigos da comunicadora. Visivelmente cauteloso para proteger a intimidade da jovem, o ex-concorrente de reality shows preferiu manter uma postura de recato, garantindo que o seu único foco é estar presente nesta fase negra: “A única coisa que eu faço é dar o meu apoio como amigo à Sofia e não quero falar para fora, não quero me meter dessa maneira”.

Leia também: Marisa Cruz quebra tabus e lança marca focada na menopausa: “Senti-me muito perdida e muito sozinha”

Questionado sobre se já acompanhava o caso de perto antes da denúncia vir a público, António Bravo surpreendeu ao revelar que o núcleo duro de amizades soube de tudo praticamente ao mesmo tempo que a imprensa.

O amigo da repórter explicou que Sofia Vasconcelos escondeu o pesadelo de todos para se proteger, tendo saído do país logo após os graves incidentes na sua habitação: “A Sofia remeteu-se mesmo ao silêncio e refugiou-se e como vocês conseguem ver pelo Instagram dela, ela nem sequer estava em Portugal. (…) Isto já tinha acontecido tudo. Como vocês noticiaram, isto em Janeiro já tinha acontecido. Ela refugiou-se e quando chegou falou com as pessoas mais importantes, mais próximas dela para saber o que estava a passar”.

Leia também: Críticas a Liliana Filipa: Adriano Silva Martins expõe “inveja” nas redes sociais após viagem a Cabo Verde

Recorde-se que os detalhes avançados hoje por Adriano Silva Martins dão conta de que o processo-crime já está em andamento.

O alerta, contudo, não partiu da fundadora da marca Marma. Foi uma terceira pessoa que, ao ter conhecimento da destruição do apartamento em janeiro, avançou com a queixa na esquadra. O suspeito e ex-namorado da radialista já conta com um histórico de denúncias por violência doméstica no passado, um fator que terá contribuído para o silêncio inicial e para o pânico da vítima.

Exclusivo: António Bravo reage ao drama de violência doméstica de Sofia Vasconcelos
Exclusivo: António Bravo reage ao drama de violência doméstica de Sofia Vasconcelos

Num artigo de opinião escrito [em 2024] para a revista Forbes, a radialista já tinha abordado de forma aberta as desilusões amorosas do passado e as pressões impostas pela sociedade. Num texto focado na desigualdade de género e na independência feminina, Sofia Vasconcelos revelou ter sido vítima de infidelidade, criticando a forma como a sociedade culpa e rivaliza com a outra mulher, em vez de responsabilizar o companheiro: “Uma vez fui traída num relacionamento e a pergunta que me faziam era quem é a outra? ou ela também não é comparável a ti, e também a ela é que a intitulavam com um nome menos agradável, como se fosse a única culpada do sucedido”.

A comunicadora refletiu sobre o facto de ter crescido a ouvir que pensava como um homem, rótulo que a fez ter medo de mostrar a sua verdadeira essência durante muito tempo. No mesmo artigo, a fundadora da Marma Swim expôs o estigma que ainda recai sobre o corpo feminino e a maternidade, confessando os seus próprios receios perante o mercado de trabalho: “Eu ainda tenho medo de engravidar e de perder oportunidades profissionais. E quantas de nós é que não têm receio de ser mães com medo de perderem o trabalho? Os homens não são obrigados a escolher entre a carreira e o trabalho, mas nós continuamos a ser”.

A experiência de voluntariado em São Tomé e Príncipe, realizada no passado mês de dezembro, mereceu também um destaque profundo na reflexão da apresentadora. O choque cultural e a constatação da falta de direitos e de voz das mulheres são-tomenses reforçaram a gratidão de Sofia pela independência e liberdade que conquistou: “Tenho medo de poucas coisas, mas pensar que há muitos lugares no mundo onde ser mulher é não se ter voz, não se ter o direito de escolher o que se quer para a própria vida, apavora-me. (…) Ainda assim, ter voz e saber que a posso usar como eu quero, quer seja na minha profissão ou não, é a maior liberdade que posso sentir”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo