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EXCLUSIVO: Falamos com JOSÉ SÓCRATES. Ficou furioso com Musical “Sr. Engenheiro”. Encenador diz que “é catarse, uma sátira, também me senti enganado. Gostava de o ver na plateia”

O antigo primeiro ministro exaltou-se quando confrontado pelo DIOGUINHO sobre o espetáculo protagonizado por Manuel Marques: "Era uma vez um antigo PM que queria muito uma casa em Paris"

Terça-feira, 31 de Março, ‘Sr. Engenheiro, Alegadamente um Musical’ tem antestreia solidária para a Casa do Artista, antes do arranque oficial no dia das mentiras, 1 de abril.

O DIOGUINHO confrontou o encenador com o mau-humor do arguido da ‘Operação Marquês’, que refere que o público vai agora poder de si próprio na peça baseada numa vida real.

DIOGUINHO entrou em contacto com José Sócrates por telefone e, este, após algumas tentativas, atendeu. Assim que lhe tocamos no assunto do Musical, começou a gritar, de forma bastante mal-educada: “Não quero falar… Isso… Não vou falar…”. Completamente fora de si, desligou a chamada sem mais nem menos.

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EXCLUSIVO: Falamos com JOSÉ SÓCRATES. Ficou furioso com Musical "Sr. Engenheiro". Encenador diz que "é catarse, uma sátira, também me senti enganado. Gostava de o ver na plateia"
EXCLUSIVO: Falamos com JOSÉ SÓCRATES. Ficou furioso com Musical “Sr. Engenheiro”. Encenador diz que “é catarse, uma sátira, também me senti enganado. Gostava de o ver na plateia”

O DIOGUINHO falou também em rigoroso exclusivo com Rui Melo, protagonista da série ‘O Arquiteto’, disponível na TVI Player e Prime Video, encenador da “sátira” acerca das peripécias da vida pública de Sócrates.

O artista, que confessa ser também “daquelas pessoas que se sente enganada” pelo PM, diz que não sabe como José é. “Isso eu não sei, nunca falei com ele…”

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Rui Melo garante que “tanto Manuel Marques, como todo o excelente elenco, felizmente estão todos irrepreensíveis”: “Este foi um trabalho feito com conta, peso e medida. O que é que eu quero dizer com isto? Isto foi muito cuidado por parte da produção e por parte da equipa criativa, onde eu me incluo. Nós tivemos todas as condições para fazer um espetáculo absolutamente grandioso com recursos técnicos e mesmo económicos, financeiros, que não são habituais em Portugal. E isso resulta num espetáculo absolutamente delicioso de ver. Vai ser, eu raramente digo isto com tanta confiança, mas eu tenho a certeza que vai ser um espetáculo que vai marcar porque é muito divertido “.

E explica: “É uma história que as pessoas já conhecem e, para quem vê pode funcionar como uma espécie de catarse. Pelo menos, para mim, funciona como uma espécie de catarse. É o riso como catarse. Porque também sou daquelas pessoas que se sentem enganadas”.

Dois meses de muito trabalho e ensaios resultam agora em seis semanas no Teatro Tivoli, em Lisboa, e mais três dias no Coliseu do Porto a meio de maio. Rui Melo revela que “os bilhetes estão a voar, as vendas estão a correr mesmo muito bem, sobretudo por ser um espetáculo que ainda não estreou. Já se venderam alguns milhares de bilhetes, o que é muito bom sinal para nós”. 

Em relação à reação intempestiva de José Sócrates, quisemos saber se já houve algum contacto por parte de alguém do Sócrates para tentar condicionar ou outra situação: “Comigo não. Em relação à produção, se isso aconteceu, não me chegou nada…”

EXCLUSIVO: Falamos com JOSÉ SÓCRATES. Ficou furioso com Musical "Sr. Engenheiro". Encenador diz que "é catarse, uma sátira, também me senti enganado. Gostava de o ver na plateia"
EXCLUSIVO: Falamos com JOSÉ SÓCRATES. Ficou furioso com Musical “Sr. Engenheiro”. Encenador diz que “é catarse, uma sátira, também me senti enganado. Gostava de o ver na plateia”

Rui Melo esclarece que “isto não é um julgamento. Nós pegamos, o Henrique Dias (o autor), muito inteligentemente, pegou em factos conhecidos do Processo Marquês e da história de vida do Senhor Engenheiro vindo da Beira Interior. É onde esta história começa. E vai avançando cronologicamente até à altura do julgamento”.

O encenador “gostava muito que ele estivesse na plateia. Eu não posso decidir o que é que as pessoas gostam até porque eu não o conheço pessoalmente, não faço ideia. Eu não gosto de partir desse pressuposto, há muita gente que tem ideias de mim, por exemplo, que são absolutamente erradas, portanto, eu não gosto de fazer juízo de valor em relação a isso. Eu não o conheço pessoalmente, se me pergunta se gostava que ele visse, adorava, gostava muito. Se ele tem fair play para isso, não faço ideia. Pois porque reconheço que o texto, tem que se ter algum fair play em certas partes o espetáculo. É uma sátira, uma comédia sobre o tema. E nem toda a gente tem fair play para aguentar uma comédia sobre si. Nós temos muitos exemplos de pessoas que não têm fair play para aguentar uma brincadeira…”

“Temos um julgamento bastante mediático, há relativamente pouco tempo, por causa de um post no Instagram, portanto claro não posso responder por outras pessoas, só posso falar por mim e eu tenho fair play para muita coisa”, referindo-se ao caso que opôs os Anjos a Joana Marques..

Posto isto, o DIOGUINHO perguntou à produtora do Musical, a UAU, se já tinham tido sido contactados por alguém ligado a Sócrates, ou até mesmo pelo próprio, e até ao fecho desta publicação não obtivemos qualquer resposta.

Na sinopse de “Sr. Engenheiro” Alegadamente Um Musical, pode ler-se: Esta é a história de um antigo primeiro-ministro, desde os seus modestos começos nas Beiras até à sua vida em Paris.

Pelo caminho, há um melhor amigo muito generoso, uma assessora que acredita piamente nele, um motorista que sabe demais e licenciaturas ao domingo. Há também um procurador que vai tentar perceber onde acaba a amizade e começa o favor, apesar do Sr. Engenheiro continuar convencido de que tudo não passa de uma cabala.

“Sr. Engenheiro” é uma crónica de costumes, um retrato político-social de um mundo de fotocópias, escutas e amigos muito amigos. O resto venham descobrir ao vivo, pois no teatro — ao contrário dos processos — não há segredo de justiça.

Inspirada na realidade política e social portuguesa e em factos públicos. A peça segue a tradição da crónica de costumes portuguesa, através de uma abordagem humorística a acontecimentos que já fazem parte do imaginário coletivo nacional.

Tudo com um elenco de luxo: Manuel Marques, Jorge Mourato, Alexandre Carvalho, Brienne Keller, Marta Andrino, Miguel Raposo, Samuel Alves, Sílvia Filipe, Sissi Martins e Rita Cruz.

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