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EXCLUSIVO – LEANDRO arrasa Pedro Jorge e Marisa: “Deixem-se de falsidades, escusam de manter o papel de vítimas!”

Numa GRANDE ENTREVISTA, o 5º lugar da 'Casa dos Segredos 9' revela finalmente toda a verdade.

O ex-concorrente esclarece que “em relação a esses dois, que parem de falar do meu nome, que o jogo já acabou e que escusam de andar a manter um papel que só cola em quem não vê bem as coisas”. Tem dois anos de contrato com a Endemol e há segredos proibidos.

DIOGUINHO – Um meio e meio depois do regresso à vida real, como tem sido a sua vida?
LEANDRO MARTINS – Tem sido atarefado, bastantes coisas para tratar, estive lá fechado quase quatro meses e então tinha aqui muita coisa para tratar e também tenho acabado por estar dedicado mais a isso e às oportunidades que têm surgido desde que saí, alguns géneros de parcerias, algumas coisas que me podem ajudar mais na questão da imagem, tenho-me centrado nisso.
Entrou com sonhos…

Nós entramos na casa sempre com alguns sonhos, algumas coisas que gostávamos de realizar e temos que trabalhar para isso, porque aqui nada nos vai ser dado de mão beijada e temos que trabalhar para isso, Basicamente, tenho usufruído do pouco que tenho conseguido, tenho estado a aproveitar para estar por casa, que tinha coisas para tratar da família, fora isso, algumas coisas que eu acho aceitável e plausível, que não aceito tudo, não é?!

EXCLUSIVO! LEANDRO arrasa Pedro Jorge e Marisa: "Deixem-se de falsidades, escusam de manter o papel de vítimas!"
EXCLUSIVO! LEANDRO arrasa Pedro Jorge e Marisa: “Deixem-se de falsidades, escusam de manter o papel de vítimas!”

Entretanto, realizou um jantar de fãs.

Lá está, tinha muita gente à minha espera e lá está, se fosse pelos fãs, eu sempre disse que eles não são fãs, eu não tenho cá fãs, tenho pessoas que gostaram de mim, pessoas que eu digo que são meus apoiantes, não há cá fãs, que eu não sou famoso para ter fãs, famoso é uma pessoa que está, a meu ver, é uma pessoa que ganha a fama através de estar em algum tempo na televisão, pelo trabalho que faz.

Eu estive lá 3 meses e meio, não considero que seja famoso, mas gostei do apoio e tenho muita gente que gosta de mim, tenho sentido mesmo isso, desde a peixeira, de pessoas que são advogadas, de pessoas da alta e da baixa sociedade, tenho tido muito carinho por parte de todos, estou a falar mesmo a sério. Sei que há pessoas que dizem isto e não têm apoio nenhum, mas eu não, vou ao supermercado, tenho muito carinho, vou a um shopping e seja a que zona do país for, porque já saí, quando fui passear à Serra da Estrela, na Covilhã, no Shopping, tive muito carinho lá, querem tirar fotografias, dão os parabéns pela minha prestação, em Lisboa igual, no Porto. No jantar também, correu tudo otimamente, tive lá muita gente, uma sala cheia, já fiz lá um lanche para os meus apoiantes, na altura mal saí da casa e pude, fiz lá também um lanchinho para os meus apoiantes.

O que é que acha que correu mal, para “morrer na praia”, o Leandro tinha a certeza de chegar à final, o que é que falhou ali?

Para mim não correu nada mal, considero que a nomeação em que eu estive, que estive, com o Pedro e a Inês, aquilo acabou por ser um bocadinho uma uma posição ingrata mais para mim e para o Pedro, porque a Inês, torno a reiterar, e irei reiterar sempre, que ela não esteve lá a fazer nada naquele programa, e compreendo que hajam pessoas que gostem daquele género de concorrentes, mas vamos ser sinceros que nenhum programa vivia com uma concorrente como a Inês, isto vou dizer sempre, disse-o na casa, disse-o após a minha saída, e é dizer sempre como espectador e como concorrente de reality show tenho esta opinião, nenhum programa se faz com concorrentes como a Inês, portanto, foi ingrata a minha saída, estou tranquilo com ela, mal eu saí, muita gente estava, porque eu recebi muitos vídeos de gente a chorar quando vem a primeira salvação e lá está, aparece a cara da Inês e fica entre eu e o Pedro, eu recebi muitos vídeos de gente a chorar, pasmada, admirada daquele lugar.

Dizem que foi o Dylan que lhe deu, que lhe pagou a vitória. Também concorda…

Eu não posso afirmar isso, que eu não tenho factos suficientes para isso, mas se ela mereceu o segundo lugar, se me perguntam isso, não, não merece o segundo lugar, é a minha opinião, é o meu ponto de vista. Foi-lhe dado esse segundo lugar, seja pelo Dylan, seja pelo povo, seja por quem votou nela, olha, é o lugar que lhe deram. Eu só tenho que aceitar, porque não vou estar eternamente a pensar nesse assunto, que eu tenho mais que fazer, como deve imaginar.

A verdade é que ela ficou no segundo lugar, que eu acho injusto, e torno-lhe a dizer que eu acho, acho, da minha saída, que foi um bocadinho ingrata, foi, principalmente que veja que eu saí por 6% de diferença para o Pedro, no caso, que eu tinha 28 e ele tinha 34, por isso saí por 6%, e 6% é pouquinho. O Pedro ficou em primeiro lugar e a Inês em segundo, então, se for a ver, eu saí contra o primeiro e contra o segundo lugar. Portanto, se formos a ver por um lado positivo, é isso que aconteceu, eu fiquei em terceiro. Ouça, eu também podia sair por não ser o favorito do público, e estava tudo bem com isso, mas a verdade é que este nível de fanatismo, a meu ver, estraga realmente o jogo.

EXCLUSIVO! LEANDRO arrasa Pedro Jorge e Marisa: "Deixem-se de falsidades, escusam de manter o papel de vítimas!"
EXCLUSIVO! LEANDRO arrasa Pedro Jorge e Marisa: “Deixem-se de falsidades, escusam de manter o papel de vítimas!”

Nos bastidores da Casa, na relação com a produção…

Como você sabe, e infelizmente, não vou poder estar a tecer comentários sobre isso, poderia tecer, mas não posso, tenho um contrato que tenho de cumprir. É um contrato de dois anos. Tem muitas cláusulas, também não posso falar sobre o contrato, há várias coisas que se passam lá dentro que a gente não pode falar mesmo.

Depois de ter manifestado que gostaria de ser comentador da ‘Casa dos Segredos 10’, já houve algum interesse nisso, já alguém o contactou?

Sou sincero… Foi-me perguntado se me via como comentador, e eu disse que sim, agora estar à espera já é um bocadinho diferente. Não estou à espera de nada! A TVI é que decide depois a quem é que deve dar oportunidades, não temos cá voto na matéria. Era uma coisa que me identificava e que acho que tenho jeito, tenho, sim, sim, porque os argumentos que eu utilizava dentro de uma casa, para me explicar, para me defender, para relater, viu-se perfeitamente que sei bem o que falo e sei bem falar, agora, como eu digo, não vale a pena estarmos à espera, faça de conta que eu agora estava à espera que a TVI me chamasse, não fazia mais nada da vida!

Neste momento, qual é a ocupação profissional do Leandro?

Ainda não estou a trabalhar, já tive propostas, mesmo de entidades que estive a trabalhar quando entrei no programa, eles contactaram-me, quando eu saí, para me dar os parabéns, que adoraram, até vários chefes executivos meus, que gostaram muito da minha prestação, se eu queria voltar a trabalhar com eles, isto na área em que eu estava, sou chef de cozinha. Voltava já a trabalhar amanhã. Eu é que para já recusei, porque tenho que ver o caminho a seguir.

Precisava descansar, preciso de me orientar, de estagnar, de bastar, de pôr-me bem a mim, para depois ir trabalhar. Oportunidades, graças a Deus, não me faltam na minha área, tenho que decidir se volto à minha área ou se me aparecem outro género de propostas. Fora da minha área ainda não me apareceu nenhuma proposta, mas neste caso estou como os meus colegas. Do que eu sei, todos eles ou voltaram para a área deles ou continuam à espera de que surja algo.

Quantas vezes é que pensou desistir?

Desistir mesmo?! Ui, que isso passa várias vezes pela cabeça… Agora, naquela ocasião que eu tive a tal missão de desistir, já tinha dito à Voz que não ia desistir. Nós próprios percebemos determinadas movimentações de aviões, do cá de fora e desmotiva-nos. Esse género de situações faz-nos equacionar, dizer assim, “opá, o que é que eu estou aqui a fazer? Mais vale eu ir embora”.

Principalmente eu que fui vítima de muitas coisas. Agora, do meu feitio, da minha resiliência e da minha personalidade, de fazer concretamente, acho que nunca o iria fazer, sou mesmo sincero, porque não faz parte de mim desistir.

Mesmo a minha mãe, quando eu contei que ia entrar, ela foi despedir-se de mim ao comboio e eu disse-lhe “mãe, olha, se não estiver a gostar, já sabes que eu tenho a possibilidade de desistir”. E ela disse-me “tu, filho, desistir?. Eu pagava para ver isso”.

Lá dentro, a ligação do Leandro com a Liliana e o Fábio não era muito chegada, muito pelo contrário, até discutiam muito. Como é que cá fora houve essa aproximação em que agora estão os melhores amigos?

Para já, os melhores amigos, você é que está a dizer. O facto de falar muitas vezes com a Liliana. Correto, sim. Discutíamos muito, no sentido de jogo, porque, a meu ver, depois cá fora até soube, fui condenado até por um abraço que dei à Liliana quando ela estava a chorar na casa de banho e que estava ali sem apoio nenhum e isto foi, sei lá, na segunda ou terceira semana em que eu fui lá apoiá-la, porque vi que ela estava muito em baixo, fui lá apoiá-la e logo ali houve uma relação de empatia. Eu não podia ser amigo da Liliana lá dentro, porque ela, tal como eu, foi uma boa jogadora, independentemente de a condenarem por muita coisa. E eu não podia ser amigo dela lá dentro, que era uma concorrente que estava sempre a vir contra mim em todas as instâncias.

Eu nunca iria ser amigo de uma pessoa daquelas lá dentro. Eu sempre deixei claro isso. Até alguma aproximação, ainda estava lá a Vera e a Liliana, que lá está, as pessoas têm muita memória curta, tenho pena da sociedade em Portugal e é isso, as pessoas serem moldadas e toldadas por acontecimentos recentes e não se lembrarem das coisas como realmente são.

Às vezes, eram discussões de manhã à noite que se calhar até cansavam o público, e a verdade é essa. Mas que ela, quando eu estava mais em baixo, em que houve semanas em que eu estive bastante em baixo, ela compreendia-me. Eu tinha o Pedro e a Marisa, na altura eram próximos e não me compreendiam de uma maneira que ela me compreendia.

Às vezes ela olhava para mim, via que eu estava em baixo e ela chegou a dizer no programa “ó Leandro, eu vi que tu estavas na merda e não vejo ninguém a apoiar-te e eu sinto que tinha que te ir a apoiar. E ela fez da maneira dela. Senti um bocadinho mais ligação com ela nesse sentido”.

Com o Fábio, por exemplo, o Fábio está com a Liliana, são um casal, mas se for a ver eu continuo a bem-dizer a ter a mesma ligação com o Fábio. São um casal, vou ter com a Liliana e com o Fábio, estou com os dois, os dois gostam de mim, tratam bem de mim. Aliás, o Fábio escreveu-me uma carta que foi na altura do ‘Amigo Secreto’ em que ele lá diz tudo, tudo o que pensava de mim como jogador, como pessoa. O mesmo fez a Liliana dentro do jogo, em que disse que realmente não podiam estar ali a meu favor porque eu era um jogador muito forte, eles tinham que vir contra mim, mas que me admiravam e gostavam de mim como pessoa. Sempre o verbalizaram dentro da Casa dos Segredos.

O povo vê o que quer ver, tira ilações que não fazem sentido nenhum, mas com isso posso eu bem. Cheguei a ter 20 concorrentes contra mim, e você viu que foi muito fácil lidar com eles.

EXCLUSIVO! LEANDRO arrasa Pedro Jorge e Marisa: "Deixem-se de falsidades, escusam de manter o papel de vítimas!"

E quanto ao Fábio, e ao Bruno, os seus trejeitos, chamou-lhe ‘panasco’…

Se você me chamasse determinadas coisas aqui fora, faria exatamente o que fiz no programa. Relativizava, argumentava consigo, até podia ridicularizá-lo no sentido de você estar a pegar em determinadas coisas que só fazia de si um triste, por assim dizer.

Por isso mesmo, eu demonstrei isso no programa. Disse-o, e torno a dizer, que as atitudes que eles tiveram lá dentro só eram desprezíveis, execráveis, essas palavras todas. Continuo a dizer, principalmente dessas duas pessoas, como eu digo, o comportamento que eles tiveram demonstra o caráter deles.

E por isso mesmo, eu não me vitimizei porque o Leandro não se vitimiza. O Leandro relata, discute, ataca, reage, faz tudo e mais alguma coisa. Mas agora, eu sempre disse lá dentro do programa, eu digo assim, eu não sou vítima nenhuma.

E demonstrei, e é isso que me alegra, que tenho muita gente a vir-me dizer, que eu até nesse aspecto fui um exemplo para muitos homossexuais, muitos transexuais que vêm até comigo e sabem o que é que me dizem. Que eu fui um exemplo de que realmente a gente tem que rebater essas coisas e não estar tanto a vitimizar-se. Porque o vitimismo faz parte, faz parte.

Mas se nós rebatermos e demonstrarmos que a pessoa está errada, utilizarmos argumentos para levá-la a crer que ela está errada, que aquilo não se faz, que aquilo é condenável. Acho que estamos a dar um exemplo muito melhor à sociedade para ela evoluir do que propriamente o vitimismo. Porque o vitimismo ganha programas.

Porque nós, se queremos demonstrar os nossos valores e demonstrar que as pessoas estão erradas, temos que ir à luta. Não é baixar. E para mim, vitimismo é nós baixarmos, chorarmos, chorar faz bem, mas chorarmos para nos aliviar, coitado de mim que estou uma pessoa a sofrer isto, a sofrer isto, não nos leva a lado nenhum.

Infelizmente, infelizmente não nos leva a lado nenhum. Então eu utilizei o rebate, a argumentação, demonstrar que estavam errados, etc., etc., para levar a querer cá fora e lá dentro que aquilo é condenável, mas sem isso. Se calhar até foi isso que me fez perder o programa.

O próprio Cláudio Ramos, quando eu saio, disse que eu poderia ter optado por fazer de outra maneira aquilo, não sei de que maneira é que ele estava a referir, mas pronto, se calhar diz que seria mais debatido, determinadas coisas, eu não podia debater determinados aspectos com gente daquela, porque aquelas pessoas, quando têm aquela mentalidade, não encaixam em lado nenhum.

O Pedro Jorge foi sempre uma ligação que o Leandro teve lá dentro, muito intensa, e a partir do momento em que soube o segredo deles, disseram que o Leandro se deparou com a descoberta daquele segredo, parece que ficou um pouco desiludido, porque sentia alguma coisa mais forte pelo Pedro Jorge.

Olhe, assim, quanto a isso eu já o disse lá dentro da casa na altura, porque isso foi debatido, como você viu dentro do programa, dezenas de vezes, isso não corresponde de todo à verdade, a verdade foi, sim, se vocês se recordam, isso foi no dia sete ou nove, eu tenho, lá está, a ideia que foi no dia sete ou nove em que tivemos um almoço, em que a Marisa me chama a mim e ao Pedro para almoçarmos e combinámos todos lá dentro da casa, na altura, que íamos deixar de picardias, que ganhássemos o melhor, que esquecêssemos esse jogo, porque mesmo na altura o Pedro e a Marisa continuavam naquelas picardias acesas e nós combinámos como o tal ‘gangue dos frescos’, como tal pessoas próximas, acabar com aquilo.

E, a meu ver, determinados telespetadores deviam estar na lua, não deviam estar em Portugal, não viram essa parte em que realmente eu acabo com esse jogo de picardias entre o grupo e continuámos, como eu disse, que ganhasse o melhor, para acabar com aquilo, pronto.

Outra coisa diferente fizeram os meus dois colegas, o Pedro e a Marisa como vocês puderam ver, quem viu o programa, quem viu o programa, quem não viu, olha, pronto, já foi. Agora, quem viu o programa, viu que eu realmente cessei com isso, e os meus colegas tanto o Pedro e a Marisa continuaram com ataques em relação a mim dentro do jogo, porque eles próprios verbalizaram que eu era o melhor jogador, eu tinha que sair do caminho da frente deles, que era para eles ganhar.

O Pedro verbalizou por inúmeras vezes, a Marisa também verbalizou, para a casa inteira, e foi claro, sempre disseram que eu era o melhor jogador da casa, e então eles tinham que me tirar do caminho, tinham que me tirar do caminho e então fizeram-me de ataque, eu defendia-me perante as coisas que me diziam, e depois, claro, .saturava-me daqueles ataques constantes. Era desde que eu acordava até que me deitava, ainda tinha que lidar com os outros, e por isso mesmo aquelas palavras na altura magoaram-me e para mim isso é um assunto encerrado, estou a comentar consigo por causa de que você me está a falar em relação ao segredo, isso é uma mentira redundante em que estão sempre a insistir, lá na casa batiam muito nesse assunto, não me faz do sentido nenhum, na altura dentro da casa e agora ainda menos.

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Nunca sentiu algo especial pelo Pedro Jorge?

Se, passado um mês e meio, já desconfiava que eles tinham uma ligação e fui carregar que eles eram um ex-casal, depois que eles eram um casal, eu julguei tudo, a produção separou os segredos desta vez, não tenho culpa disso, porque senão a careca deles tinha sido desvendada logo. Sou sincero e fui verdadeiro, é o meu maior defeito, eu não senti nada por ninguém dentro daquela casa. A Voz chegou-me a perguntar se eu senti alguma atração isto ou aquilo, eu só respondia nas dinâmicas porque tinha que escolher uma pessoa diga quem é que o atrai mais, eu dizia não atrai ninguém, mas tem que dizer uma pessoa pronto, e eu lá dizia uma pessoa porque assim a gente não somos cegos por isso mesmo eu podia dizer quem é que me atraía e até com isso eu joguei em determinadas instâncias eu cheguei a dizer Inês, disse o Pedro, disse vários concorrentes.

Uma relação com o Pedro Jorge e a Marisa está fora de questão?

Eu contactei-os, liguei para eles e não me atenderam, nunca mais me disseram nada e por isso mesmo, perante o desenrolar desta situação toda que já se passou isso para mim é uma situação esquecida, não tenho sequer interesse em estar a tocar nesse assunto, se as pessoas não me vierem a tocar nesse assunto, ouça, é um assunto morto para mim e está resolvido.

Eles seguiram com a vida deles e eu também segui com a minha. Parece que a gente sai da casa e mais uma vez acho isto muito triste, porque eu trabalhei naquela casa três meses e meio e só me sabem perguntar duma relação de suposta amizade, demonstrei muitas causas porque eu fui o único concorrente que falou de religião, de política, de militares, eu falei de aborto até dentro da casa, eu fui o único concorrente que toquei nessas causas todas e que as defendi e argumentei.

Qual é a sua opinião como  concorrente sobre a Cristina Ferreira?

O tratamento que ela teve comigo sempre foi sincero, de uma troca gira, mesmo ela como me questionava dentro da casa, às vezes ela não continha o riso a falar comigo, sentia, sou sincero, senti que ela tinha aquele carinho por todos, mas eu falo da minha parte, cada um responde por si, sinto que ela tinha aquele carinho por mim e gostou realmente de mim como concorrente e que empatizou comigo em várias ocasiões, quando acho que ela se emocionou comigo, se riu comigo, despertei na Cristina várias coisas e até isso também é uma coisa boa para mim, visto que a Cristina já teve muitos concorrentes, e é quando ela também me disse que eu era um dos favoritos dela para ganhar e verbalizou-o várias vezes, e eu senti-me acarinhado e protegido lá dentro por ela.

Aquilo que se diz das saudades da Voz, é mesmo assim?

A Voz foi o amigo que eu trouxe de lá, o amigo para tudo, chamava-me a atenção, ria-se comigo, tal como a Cristina, relação de empatia que eu também a criei com a Voz, uma relação próxima e por isso mesmo a voz para mim era o Anjo da guarda.

Nunca teve a curiosidade ou vontade de ver a voz ao vivo e a cores?

Imaginava-o sempre um senhor com barba, querido, já com uma determinada idade, era a noção que a gente tinha por causa da voz.

Voltaria a entrar num reality show?

Muita gente diz que eu trabalhava de manhã à noite, e isso tem que ser pago como devem imaginar, não vou logo a correr, dependendo do negócio, se for interessante, apareço novamente.

Dos concorrentes mais polémicos de outros reality shows quem é que gostaria de encontrar, por exemplo, num Big Brother Verão ou num Desafio Final?

Adorava encontrar esses todos mais polémicos, que ia ser divertido para mim. A Catarina Miranda, o Miguel Vicente, o Francisco Monteiro, o Bruno Savate, podiam vir todos que eu ia adorar porque eu até disse e é verdade, eu senti até falta nesta casa de alguns jogadores que não tinham tanto sumo.

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