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EXCLUSIVO – “Marido” de Marie ameaça ex-namorado: “O gajo é doido”

Wilson Pedrosa Crispim reage ao "ridículo" e ao documentário e diz que "o que foi publicado ao longo dos últimos anos não foi invenção de terceiros".

No dia em que é lançado oficialmente o “filme” da vida de Marie, ou melhor, Maria Manuela Gomes, há nova guerra declarada por Fares, a quem a jovem trata por marido.

Alegadamente, o empreendedor, que se define como “a chave do universo” nas redes sociais, resolveu reatar uma antiga “crise de ciúmes”.
O DIOGUINHO teve acesso em rigoroso exclusivo à mensagem que Fares S. Fares enviou para o segurança de José Castelo Branco.
No texto, escrito em inglês, pode ler-se: “Olhe, se você ou algum dos seus amigos, entrar em contato com a minha esposa Marie mais uma vez, como aconteceu esta semana, eu vou processá-los. Desta vez, estou a falar a sério”.
Wilson Pedrosa Crispim respondeu que “não tem reação perante acusações infundadas e completamente ridículas, sobretudo quando sei que não correspondem minimamente à verdade”. Ou seja, “cada um responde pela sua consciência. A minha está absolutamente tranquila.Não fiz qualquer contacto, nem direto nem indireto, e não tenho qualquer receio de ameaças baseadas em suposições falsas”. “O gajo é doido”, atira.
Acerca do documentário, “La Vie de Maria Manuela” , o ex-namorado de Marie esclareceu que não assistiu ao “filme” e, por isso, “não posso nem devo fazer uma análise direta ao conteúdo ou à forma como a narrativa foi construída”.
Dito isto, “enquanto alguém que conheceu a Marie de perto, sinto que posso deixar uma reflexão honesta”: “A vida real de uma pessoa é sempre mais complexa do que aquilo que é mostrado nas redes sociais ou num documentário. No entanto, também é verdade que aquilo que foi publicado ao longo dos últimos anos, não foi invenção de terceiros. Foram escolhas próprias, públicas, conscientes, que tiveram impacto na forma como o público a passou a ver”.
E continua: “Quando se fala num projeto financiado com apoio público, é natural que surjam questões sobre prioridades e critérios. Essa reflexão não é um ataque pessoal, é simplesmente parte de uma sociedade que questiona onde e como são aplicados os recursos disponíveis. É legítimo que se pergunte se existiam outros projetos concorrentes e qual foi o fator diferenciador deste”.
Wilson assegura que, ainda assim, acredita que “todas as pessoas têm direito à evolução e a tentar reconstruir a imagem”: “Mas essa reconstrução não pode viver apenas de um discurso de recomeço. Recomeçar implica consistência, responsabilidade e, sobretudo, ações concretas. Não basta dizer que nem tudo o que está nas redes corresponde à realidade; é preciso também reconhecer que aquilo que foi exposto fez parte de um percurso real e teve consequências”.
Como tal, “se o documentário mostrar crescimento genuíno, maturidade e consciência, então poderá ser um contributo positivo, especialmente se pretende ser uma referência para jovens que se sintam perdidos. Mas é importante lembrar que quem tem influência pública carrega também uma responsabilidade acrescida na mensagem que transmite diariamente“.
O antigo companheiro de Marie garante que, da sua parte, “não existe qualquer intenção de atacar ou diminuir”. Isto é, “existe apenas a expectativa de que este projeto represente um verdadeiro ponto de viragem, acompanhado do apoio e da estrutura que sempre foram necessários, nomeadamente no que diz respeito à saúde mental e estabilidade pessoal. Espero sinceramente que este seja um capítulo de maior equilíbrio, coerência e crescimento”, diz quem lidou intimamente até com a família de Maria Manuela.
Até à hora da publicação desta notícia, o DIOGUINHO não recebeu qualquer resposta acerca do contato feito para Fares exercer o direito ao contraditório acerca desta polémica.

 

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