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EXCLUSIVO – Nucha conta TODA A VERDADE sobre a guerra de Kina e do ex-agente

Para que não restem mais dúvidas, a cantora revela a confusão com "problemas neurológicos" e "fragilidades"...

Farta do assunto, Nucha aceitou detalhar ao pormenor o que, de facto, aconteceu entre ela e Kina e as “confusões” com o ex-agente Marco Dias.

Sem margem para dúvidas, Nucha diz que é “a testemunha mais direta da Kina, é que quando ele começou a dizer que ela devia dinheiro e não sei o quê mais, estava lá eu, ele bloqueou-a. Ela queria passar o recibo, como já tinha pago, e ele já estava a dizer que ela devia dinheiro”.

E continua: “E eu tinha o recibo, enviei-lhe, mas também eu estava bloqueada em todo o lado. Portanto, confesso que foi muito feio. Acho que as pessoas podem não se dar bem profissionalmente, podem fazer o que quiserem, mas depois lavar roupa suja, ainda por cima com invenções, acho feio, acho feio. E depois a amizade com a Kina, tudo o que veio a dizer que eu estava zangada, não, não me zanguei com ninguém. Sou amiga dela, continuo a ser. Falamos todos os dias, portanto…”

Acerca da saída atribulada de Kina da ‘1.ª Companhia’, Nucha explica que “isto é inacreditável, mas eu entendi perfeitamente o que a Kina disse, que não foi para nós, não foi para a equipa dela, a equipa dela era ele mesmo, porque é assim, uma pessoa quando está no funeral de um sobrinho e está constantemente, de minuto em minuto, eu vi, eu vi a lista das chamadas, porque ele queria, era isto e precisava daquilo e precisava disso, e ele a não respeitar a hora que estava a passar e deixou de lhe atender, e ele então bloqueou-a logo aí no dia do funeral, bloqueou-a e começou com essa difamação. Portanto, isso é de uma pessoa que não tem nível nenhum, e lamento-lhe imenso até dizer isto, mas há que respeitar”.

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O rol de acusações continua: “É claro que ela mandou um clipe de voz e disse isso, mas eu entendi perfeitamente o contexto, não venham com coisas, porque todo o ser humano, e ninguém é santo, ninguém, quem é que não explode e quem é que não diz às vezes coisas que não quer dizer?! Ou que lhe sai da boca para fora?! Todos nós, todos nós. E isto, aquilo que eu ouvi, e porque eu também tenho o clip de voz, porque o Sr. Marco teve a intenção de me magoar, aliás, que eu ficasse de mal com a Kina, e eu tive muita atenção até lhe perguntei, mas eu posso partilhar isto com a Kina?! ‘Pode à vontade’, mas claro, isso é algo que ele queria ouvir, porque logo aí a gente vê que a pessoa quer que haja reação”.

Continuando a tecer a panóplia de desaguisados, Nucha reitera que “a reação gera reação. E, portanto, eu percebi logo ali, nem contei à Kina que ouvi esse clip de voz. Agora já sabe depois disto tudo, assim, olha, eu tenho o clipe de voz, mas eu não liguei absolutamente a nada, porque eu percebi que era mesmo com a maldade daquela altura, do momento em que ela estava a atravessar, e aquelas coisas que nós dizemos às vezes sem pensar”.

Na gala da 1.ª Companhia, “disse uma palavra mal aplicada. Eu estava muito aflita, porque eu sentia que a Kina não estava bem, não era no sentido neurológico, era não estar bem ali, entendeu? Ela estava, como ela disse que estava a pressentir, eu sentia que ela não estava bem. Eu apliquei mal a palavra, e contra mim falo, porque apliquei mal e disse neurológico. Oh meu Deus. Pronto, é claro que não me saiu a frase, lá está, a palavra correta, é claro que não era isso que eu queria dizer, mais no sentido que está fragilizada, era isso que eu queria dizer. Claro que na tensão do momento, com as perguntas do momento, mas a Kina também percebeu perfeitamente, portanto, e lá está, é que as pessoas a falar entendem-se. E quando as pessoas não estão abertas para o diálogo, que é o caso do Sr. Marco, o Sr. Marco nem quis diálogo nenhum, depois daquela coisa bloqueou toda a gente, atenção, mas é que fomos todos bloqueados, todos. Nós não conseguimos, de repente, eu mandei-lhe os comprovativos, mandei-lhe tudo, mas já não conseguimos falar com ninguém. Isso é feio, porque é assim, é muito fácil dizer assim, eu não pago, e não sei o quê, e quando não se deixa comunicar, e já estava pago, e não se deixa comunicar, desculpa, mas isso não faz sentido nenhum. E diz que já pediu… Que já pediu desculpas à Kina, mas isso não interessa nada, as desculpas evitam-se, não se faz uma coisa dessas com a vida de uma pessoa. Eu acho que é um estar a caluniar, porque é assim, todos nós temos defeitos, todos nós, todos nós, e a Kina com certeza não é uma pureza, nem eu sou uma pureza, nem ninguém é puro”.

Outra polémica tem a ver com a “caloteira”, “por amor de Deus, eu vi, eu vi aquilo que ele ganhava diariamente, se vendesse uma coisinha já estava a pedir a comissão, é uma coisa impressionante. Para mim é cuspir no prato que se come. Mas pronto, as atitudes ficam sempre para quem as pratica. E ele, pronto, que seja feliz lá em Itália, onde está, portanto se está em Itália também por alguma razão, na época teve que sair daqui”.

Nucha resume tudo: “O Marco fez uma maldade gratuita, foi aproveitar uma fragilidade que é para sair em força e parece que ele é o supra sumo dos empresários e, muito sinceramente, ele nunca lhe arranjou nada. Porque é assim, se ela entrou numa empresa dos chás, foi ela que entrou. Os empresários têm que arranjar trabalho e recebem do que arranjam. Por isso é que são empresários. Ela foi convidada para a Primeira Companhia pela própria TVI. Portanto, o que é que o Marco lhe arranjou de trabalho?!

Aos 59 anos, Nucha continua na música com um espetáculo pelos caminhos de Portugal, numa viagem pelas músicas que representaram Portugal na Eurovisão. Dedicada também à bijutaria, pulseiras, brincos, em aço e pedras preciosas e alguns cristais, vê com orgulho a carreira da filha, Catarina Baldaia Trindade, como editora de imagem da TVI. Fruto de um grande amor com Paulo Trindade, o eterno galã da novela ‘Passerelle’ da RTP, onde era Gil, par romântico de Rosarinho, a personagem de Julie Sargeant.

 

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