O contraste entre o discurso de amor incondicional e as sucessivas ruturas com pais, irmãs e ex-maridos foi analisado ao detalhe e figura pública comenta sem ‘papas na língua’.
O fecho do debate no Passadeira Vermelha focou-se na figura de Manuel, o senhor que Luciana Abreu apresenta publicamente como o seu “pai de coração” e herói. Se por um lado a apresentadora Liliana Campos defendeu que a sociedade não deve viver sob a “ditadura do sangue”, Joana Latino e Sofia Jardim apontaram para um padrão de comportamento que consideram preocupante.
Para as comentadoras, a atriz parece substituir constantemente figuras familiares biológicas por novas alianças de conveniência emocional, mantendo um discurso de “amor perfeito” que não resiste a uma análise factual da sua vida pessoal e do rasto de conflitos que tem deixado para trás.
“A Luciana, com tudo isto, consegue sempre manter uma imagem toda querida, com muito amor, com muito… mas depois se tu vais vendo bem ao detalhe, tens exatamente essa comunicação que não é coerente com a vida que depois nós vemos que ela pratica. Eu acho que isso é… A Luciana ou vive um pouco iludida, achando que as pessoas ainda olham para ela e vêem a Floribela abraçada à árvore, que é pobre em ouro, mas rica em tudo“- Disse a comentadora, Sofia Jardim.
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A análise de Joana Latino foi ainda mais incisiva, sugerindo que o público começa a sentir uma “fadiga de credibilidade” perante as sucessivas ruturas da artista. A jornalista enumerou as várias frentes de batalha que Luciana mantém abertas, questionando como é possível que tantas relações fundamentais terminem em litígio: “Eu sinto que ela já tem alguma desconfiança nas pessoas, precisamente disso que a Sofia estava a dizer. Estás a dizer que este homem é tudo para ti, mas… E o teu pai, e a tua mãe, e a tua irmã, e os teus ex-maridos? Já vai em cinco ruturas. Depois também teve uma grande amiga que afinal já não era“.
O painel concluiu que a narrativa de Luciana Abreu funciona como uma construção de marketing emocional meticulosa. Esta estratégia visa manter o público fiel a uma imagem de “vítima guerreira” e de “mulher furacão” que tudo vence sozinha, ignorando as críticas sobre a coerência das suas ações enquanto filha, irmã e ex-mulher.
Para as comentadoras da SIC Caras, a “família de substituição” que Luciana apresenta agora é apenas mais um capítulo de uma história onde os laços biológicos são descartados sempre que surge um conflito, substituindo a realidade dos factos por uma fantasia de contos de fadas que já poucos conseguem validar por completo.
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