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Filhas de Sarah Ferguson banidas do camarote real: O circo mediático analisado no V+ Fama

O programa de Adriano Silva Martins avançou os detalhes da mudança da duquesa para terras lusas. António Leal e Silva apelou à presunção de inocência no meio do escândalo.

A sombra do caso Epstein voltou a pairar sobre a Família Real britânica e o desespero de Sarah Ferguson dominou a mais recente emissão do programa V+ Fama, com novas revelações a virem a público sobre o estado de saúde da ex-mulher do Príncipe André.

O apresentador Adriano Silva Martins abriu o tema com um dado impressionante, revelando que a duquesa de York recorreu recentemente a ajuda psiquiátrica num espaço altamente exclusivo: “Sabemos que passou por uma clínica de saúde mental na Suíça. Custava 15 mil euros por dia. E que está a preparar também a sua vinda para Portugal”.

O comentador António Leal e Silva apelou à calma na análise do escândalo internacional e pediu para se evitar a condenação pública antes do tempo: “A justiça deve ser feita e deve-se deixar que a justiça faça o seu caminho. Julgar pessoas em praça pública é péssimo”.

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O escândalo já está, no entanto, a fazer mossa na rotina da família, com as princesas Eugénia e Beatriz a sofrerem as consequências sociais das acusações que recaem sobre os pais. António Leal e Silva explicou que as jovens foram aconselhadas a não marcar presença na tribuna real do prestigiado evento hípico de Ascot para evitar agitar os republicanos britânicos e proteger a monarquia.

Marta Aragão Pinto concordou com a estratégia de afastamento e considerou que o pedido serviu para blindar as princesas do escrutínio feroz dos tabloides britânicos: “Eu acho que este pedido para elas não irem é para evitar o circo mediático. O circo mediático que ia ficar montado com a ida delas. Nós sabemos como é que é a imprensa lá. São completamente de vale tudo”.

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Apesar dos pedidos de presunção de inocência, Cláudia Jacques atirou lenha para a fogueira ao recordar que o currículo da duquesa já tem outras manchas graves para além do caso Epstein: “As instituições com as quais ela colaborava já a tinham dispensado por desvios de dinheiro. Portanto, tudo isso é motivo de se falar nisto de uma forma que não é agradável e que também envergonhou as filhas”.

Para escapar à pressão mediática no Reino Unido, Sarah Ferguson prepara agora as malas para se instalar num reduto milionário e altamente vigiado em Portugal, como explicou António Leal e Silva: “Para viver na Costa Terra. A filha tem lá a casa. É um sítio agradabilíssimo, muito reservado. É um condomínio fechado, muito, muito fechado, muito reservado e muito elitista”.

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