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Filipa Torrinha desmonta polémica com Helena Laureano: “Acusar o Cláudio de body shaming é abusivo”

A psicóloga do 'Passadeira Vermelha' saiu em defesa do apresentador da TVI. Filipa Torrinha explica que a pergunta sobre a magreza surgiu no seguimento de um comentário da própria atriz e que o tema da entrevista era precisamente a imagem corporal.

Na sequência da vaga de ataques e insultos dirigidos a Cláudio Ramos este fim de semana, Filipa Torrinha, psicóloga e comentadora do Passadeira Vermelha, veio a público contextualizar a polémica entrevista a Helena Laureano no programa Dois às 10.

A especialista desmontou a tese de body shaming, explicando que o momento viral nas redes sociais ignora o contexto imediato da conversa, que surgiu após a visualização de imagens de arquivo (VT) da atriz: “Parece que é um dado muito pouco relevante, mas não é (…) Aparentemente, o que aconteceu foi que durante a VT, a Helena fez um comentário com os apresentadores sobre estar mais magra naquelas imagens. E o Cláudio Ramos, como apresentador, pega nesse comentário e aprofunda porque é o seu trabalho”.

Filipa Torrinha sublinhou ainda que a própria premissa da entrevista justificava a abordagem ao aspeto físico, uma vez que Helena Laureano foi convidada precisamente para reagir às críticas que tem recebido online sobre o seu corpo: “É importante também referir que o contexto daquela entrevista era precisamente falar desta temática (…) Críticas essas que incidem muito sobre o seu corpo, ou sobre a sua imagem”, recordou a psicóloga.

Embora admita que a forma como a pergunta foi colocada possa ser debatida, a comentadora foi perentória ao considerar as acusações de humilhação como desproporcionais e perigosas: “Podemos questionar se o Cláudio teve o melhor tom (…) se a pergunta foi feita da melhor maneira (…) mas não parece de todo que estejamos aqui perante uma situação de body-shaming. Acusar alguém (…) com base nisto parece-me profundamente abusivo”, defendeu.

Filipa alertou ainda para o fenómeno do rage-bait (conteúdo desenhado para provocar raiva), considerando que transformar este episódio num ataque pessoal é “contraproducente para a causa” e retira foco às verdadeiras vítimas de discriminação estética.

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