No ecrã discutiam-se as férias de luxo nas Maldivas, mas nos bastidores da mente de Filipa Torrinha a questão era outra: a comentadora da SIC Caras confessa sentir uma barreira de simpatia por parte de Cristina Ferreira.
O programa “Passadeira Vermelha” preparava-se para analisar o mais recente capítulo do romance de Cristina Ferreira e João Monteiro no Índico, mas a análise foi atropelada por uma confidência pessoal. Filipa Torrinha, num momento de transparência pouco habitual, admitiu sentir que a “mulher forte” da TVI não simpatiza com ela, revelando um desconforto que a acompanha mesmo quando as luzes do estúdio se apagam.
A conversa nem tinha chegado ao areal das Maldivas quando Filipa Torrinha Nunes lançou o rebuçado amargo “A coisa que me custa na vida é eu sentir que a Cristina Ferreira não simpatiza comigo, sabes? É um facto. Sinto, sinto, sinto“, desabafou com a apresentadora Liliana Campos. A psicóloga de formação, habituada a analisar os comportamentos alheios, viu-se subitamente sob o seu próprio microscópio, admitindo sofrer de uma insegurança latente: “Às vezes também acho que as pessoas não gostam de mim no geral“.
Embora mantenha uma postura crítica em relação a várias opções profissionais da apresentadora da TVI, Torrinha sublinhou que o sentimento não é recíproco. “Eu tenho várias coisas na Cristina que eu não aprecio (…), mas eu gosto muito dela“, confessou, rejeitando qualquer interesse profissional ou de carreira nesta preocupação. Para a comentadora, trata-se de uma questão puramente emocional e, como a própria descreveu, “um pouco infantil“.
Liliana Campos tentou desvalorizar a questão, oferecendo-se até para “tentar saber” a verdade junto do círculo de Cristina Ferreira, mas Filipa Torrinha admitiu que o pensamento a persegue em momentos de solidão “Às vezes estou em casa, genuinamente penso nisso, porque estou a vê-la na televisão e penso: ‘oh, eu gosto dela’. Fico triste porque não gostam de mim quando eu gosto da pessoa, quando eu admiro a pessoa“.
A reflexão, que a própria comentadora tentou travar antes de entrar em terrenos demasiado profundos – “meus amores, agora não é a hora para psicologia” – acabou por ditar o ritmo de uma emissão onde a análise das férias nas Maldivas ficou, por momentos, em segundo plano. No jogo de espelhos da televisão portuguesa, Filipa Torrinha mostrou que, por trás da acutilância do comentário, reside a necessidade humana de ser aceite por quem se admira, mesmo que essa admiração seja feita de críticas e distâncias.
PAROU TUDO! Márcia Soares abre a boca sobre romance com Francisco Monteiro