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Gonçalo Quinaz acusa Rui Freitas de ‘vender gato por lebre’ na 1ª Companhia

"De coitadinho não tem nada": Quinaz desmonta a suposta inocência de Rui Freitas

No “Diário” da 1ª Companhia, as águas dividem-se quanto à conduta do recruta Rui Freitas e Gonçalo Quinaz acredita que o recruta está longe de ser o “coitadinho” que aparenta.

O debate, moderado por Nuno Eiró, centrou-se num episódio recente de falta de camaradagem, onde Rui Freitas terá incentivado o recruta Manuel a quebrar as regras para fumar um cigarro. Enquanto Marta Gil aponta o dedo a um traço de personalidade difícil e provocador, Gonçalo Quinaz vai mais longe e sugere que estamos perante uma personagem meticulosamente construída para enganar o público.

A discussão começou com Marta Gil a enaltecer a postura de Andréia, que tentou travar a infração, em contraste com a atitude de Rui “Vemos ali o Rui com um ar de gozo, a gozar literalmente com esta situação, a dizer ‘arrisca’, e provavelmente, se o Manuel tivesse arriscado, o Rui não diria o contrário“, observou a comentadora, sublinhando que os amigos deveriam apoiar o cumprimento das ordens e não o seu oposto.

Gonçalo Quinaz corroborou a visão de que este comportamento não é isolado, mas sim um padrão que já vem desde o início da recruta “Esta conduta do Rui começa a ser apanágio, porque se voltarmos lá atrás ele foi considerado o mais insolente de todos os recrutas“, recordou Quinaz, acrescentando: “Eu não sou adepto desta indisciplina, porque aí é constante, no Rui é constante“.

A questão central que paira sobre o quartel da TVI é se Rui Freitas é genuíno nas suas reações ou se está a executar um plano de sobrevivência mediática. Para Quinaz, a resposta pende para a segunda opção e o comentador acredita que o recruta procura deliberadamente o isolamento para colher os frutos da simpatia do público.

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Eu não descarto a possibilidade de ser jogo, e a verdade é que eu (…) acho que ele levou a lição muito bem estudada“, afirmou Gonçalo Quinaz. “A intenção dele, sem sombra de dúvida, é ter todos os outros recrutas contra ele, e ele ser a vítima no meio disto tudo. ‘Estão todos contra mim, eu sou o coitadinho’, e ele tem andado aqui um bocadinho ao reboque do coitadinho, quando ele de coitadinho não tem nada.

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A análise de Quinaz terminou com um aviso aos telespectadores que possam estar a ser seduzidos pela postura de Rui. O comentador confessou ter “muita dificuldade em ler o Rui ali dentro“, mas a sua conclusão é taxativa quanto à natureza do recruta: “Eu não o acho tão inocente quanto aquilo que ele quer parecer e quanto aquilo que as pessoas acham que ele é. (…) Acho que ele de inocente tem muito pouco“.

Entre a insolência natural e o cálculo estratégico, Rui Freitas continua a ser a figura mais enigmática da “1ª Companhia”, forçando comentadores e público a decidir se estão perante um recruta incompreendido ou um jogador que sabe exatamente que cartas tem na mão

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