Gonçalo Quinaz antevê “fim” de Rui Freitas após saída de Pedro Barroso: “Acho que vamos voltar a deixar de o ver”
A saída do "líder" Pedro Barroso foi o tema central do Diário com Nuno Eiró. O painel debateu ainda se a concorrente "Joana D'Arco" também perde visibilidade com esta baixa de peso no quartel.
A desistência de Pedro Barroso da “1.ª Companhia” foi o grande destaque do Diário na TVI.
Na tarde desta terça-feira, 13 de janeiro, Nuno Eiró questionou o painel de comentadores sobre o futuro do jogo, especificamente sobre o que acontecerá agora a Rui Freitas, o principal “rival” do ator.
Gonçalo Quinaz não teve dúvidas ao afirmar que, embora “custe sempre ver alguém sair”, o sentimento predominante em Rui Freitas será de tranquilidade: “No fundo, ele deve estar a pensar assim… Estou mais aliviado. Não sei o que é que isto poderia dar ou não”, analisou o comentador.
No entanto, este alívio pode trazer um problema estratégico grave. Quinaz argumentou que Rui Freitas era praticamente invisível no jogo até ao momento em que entrou em confronto direto com Pedro Barroso.
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“Eu acho que, muito sinceramente, o Rui Freitas nós acabámos por ver aqui em 2, 3 momentos. 2, 3 momentos proporcionados por esta fricção em relação ao Pedro Barroso”, explicou, acrescentando que “até então, não conhecíamos, nem tínhamos visto nada do Rui Freitas”.
Para o antigo futebolista, o recruta “beneficiou com esta situação para as primeiras nomeações”, mas o futuro adivinha-se sombrio sem o seu antagonista. De forma pragmática, Gonçalo Quinaz confessou que gostaria que o recruta não desaparecesse, mas a previsão é pessimista: “Acho que vamos voltar a deixar de o ver”, atirou o comentador.
Marta Gil concordou com a análise, reforçando que agora “ele não tem como” destacar-se da mesma forma.
Nuno Eiró tentou introduzir uma nuance na discussão, lembrando que “as pessoas têm velocidades diferentes” de adaptação e de integração num grupo que não conhecem, mas Quinaz manteve a opinião de que Rui Freitas poderá perder relevância. A conversa derivou então para outra concorrente, Joana, apelidada artisticamente de “Joana D’Arc”, e o apresentador questionou se ela também “perdeu com a saída” de Pedro Barroso.
Neste ponto, Marta Gil discordou: “Olha, eu aí… Não tanto. Aí não tanto, sinceramente”, defendeu a comentadora, justificando que “houve ali aquele problema que ficou por resolver” entre Joana e Kina, e que essa dinâmica existiria independentemente da presença do ator.