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Gonçalo Quinaz defende Noélia após recusa de striptease e após criticas de Andrea

Noélia Pereira disse "não" a um momento de ousadia e foi julgada. Gonçalo Quinaz pediu compreensão ao público...

No Extra da 1.ª Companhia desta madrugada, tivemos imagens de um novo ataque de Andrea à Noélia devido a ter dito não a um strip.

O mote foi dado pelas imagens em que Noélia Pereira recusou terminantemente a ideia de se fazer um striptease na caserna, uma brincadeira sugerida por alguns colegas que a deixou visivelmente incomodada. A atitude conservadora da algarvia foi alvo de críticas por parte de Andrea, que não compreendeu a recusa, mas em estúdio a leitura foi bem diferente.

Gonçalo Quinaz tomou a palavra para defender a concorrente, pedindo ao público que não julgue a rigidez de Noélia sem antes compreender as cicatrizes do seu passado. Para o comentador, a seriedade da algarvia não é mau feitio, mas sim o reflexo de uma vida de sacrifício: “isto tem muito a ver com aquilo que foi a vida da Noélia. Custa-nos muitas das vezes a nós, ao público, perceber este marcar de posição: não sabe brincar, não aceita certas e determinadas brincadeiras, não se ri com a facilidade com os outros. Mas isto tem tudo um porquê. Eu conheço a história da Noélia, uma vez mais não me cabe a mim expor aquilo que é do foro pessoal da Noélia. Mas todos nós somos muito daquilo que foi a nossa vida, o nosso passado, a nossa adolescência, aquilo que vivemos em criança.”

A rematar ainda acrescentou, “E tem muito isso: a Noélia brincou pouco, a Noélia divertiu-se pouco, a Noélia saiu pouco, a Noélia foi sempre muito entregue à família, neste caso aos pais e ao irmão que ela tinha, que já não tem hoje em dia, que todos nós (acho) que já percebemos isso. E esta era a vida da Noélia. Para além disto, o trabalho, portanto, ela não teve tempo para brincar e para se divertir.”

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Marta Cardoso, a apresentadora, corroborou esta visão, recordando um episódio recente que passou despercebido a muitos, mas que ilustra na perfeição a ausência de infância da concorrente: “Faz sentido. Aliás, para os mais atentos, a Noélia vai deixando passar uma coisa ou outra. Eu lembro-me quando o instrutor lhe estava a pôr o capacete, que ela tinha o capacete torto, e lhe disse ‘você parece o Calimero, você não se lembra do Calimero?’. E ela responde-lhe assim: nunca tive tempo para ver desenhos animados.”

Gonçalo Quinaz reforçou que esta narrativa não é uma estratégia de jogo, mas sim a crua realidade: “E as pessoas acham… Mas muitas das vezes, Marta, as pessoas podem interpretar que é fazer-se de coitadinha. Realmente foi a vida dela, foi isso, foi o trabalho.”

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Para aliviar, Marta Gil focou-se no absurdo da situação criada por Andrea. A atriz mostrou-se incrédula com a forma como uma simples piada de Filipe Delgado sobre fazer um strip evoluiu para uma lição de história sobre pin-ups e moralidade militar: “Conhecias a história das pin-ups? Não fazia a mínima ideia desta teoria das pin-ups. O que eu acho engraçado desta situação toda é que o Filipe mandou uma tirada a brincar que vai fazer o strip. Isto passa para, de repente, vira um assunto sério, que é ‘não se pode fazer strips aqui’, e já há teorias sobre as pin-ups em relação à tropa, os militares eram inspirados pelas pin-ups. É impressionante como é que de uma pequena brincadeira isto chega onde chega.”

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