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Gonçalo Quinaz e Inês Simões unem-se ‘contra’ Cândido Pereira: “Existe um erro grande de interpretação”

O painel do Extra dividiu-se. Enquanto Cândido acusava Filipe de insolência, Inês Simões e Quinaz saíram em defesa do recruta, garantindo que "brincar não é gozar" e que os próprios instrutores provocam Filipe para criar conteúdo televisivo.

A discussão no Extra da 1.ª Companhia sobre a postura do recruta Filipe subiu de tom, com Inês Simões e Gonçalo Quinaz a fazerem uma frente unida contra as críticas severas de Cândido Pereira.

Inês Simões foi a primeira a contra-atacar a tese de “insolência“, argumentando que o concorrente tem perfeita noção dos limites e que a dinâmica com o Instrutor Andrade permite essa liberdade.

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“Eu acho que o Filipe não teve aqui a intenção de gozar, aliás, ele sabe perfeitamente com quem é que brinca (…) Não magoou os sentimentos do instrutor Andrade, só ele é que encheu, não prejudicou os colegas”, defendeu a comentadora, sublinhando que o termo “gozar” não se aplica à situação, pois “os instrutores também não são tónicos, eles sabem que estão num programa de televisão”.

Cândido Pereira não se deixou convencer facilmente e ripostou com a lógica da punição militar: “Não se aplica, mas se tivesse sido um comportamento correto, não tinha enchido, não acha mesmo?”.

No entanto, Gonçalo Quinaz interveio com firmeza para apontar o que considera ser uma falha na análise do colega: “Eu acho que existe aqui um erro grande de interpretação, não me refiro ao Cândido só, a todos aqueles que possam vir a pensar como ao Cândido”, afirmou o ex-futebolista. Para Quinaz, a distinção é clara e vital: “Uma coisa é faltar ao respeito ou gozar. Outra coisa é brincar. Eu posso brincar contigo, e se eu brincar contigo, não quer dizer que eu esteja a gozar contigo”. O comentador garantiu ainda que, para si, um bom recruta exige “educação e respeito”, valores que nunca viu Filipe infringir.

A tese defendida pela dupla de apoiantes é a de que a própria hierarquia militar fomenta estas situações para benefício do espetáculo: “Há uns instrutores a puxarem por ele, porque sabem que ele nos oferece estes momentos”, explicou Quinaz, dando como exemplo o exercício de “fazer de morto”, onde os instrutores insistiram em Filipe porque “sabem que a entrega dele e a forma que ele o vai fazer é totalmente diferente (…) e vai fazer com que, dali de uma coisa pequena, se faça um momento brilhante”.

Perante a insistência dos colegas, Cândido Pereira acabou por encerrar o assunto com uma dose visível de ironia: “O Filipe, afinal, peço desculpa, é para isso que os meus colegas também estão cá, é para me elucidar (…) O Filipe esteve muito bem, foi um comportamento exemplar”.

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