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Gonçalo Quinaz ironiza com “ressurreição” de Kina: “Os que eu conheço não voltaram, ela teve sorte”

A revelação da recruta de que esteve morta durante uma hora deixou o painel do Extra incrédulo. O comentador brincou com a situação, mas acabou por confessar que foge de quem lhe tenta ler a sina.

As imagens de Kina a ler a mão de Pedro Barroso e a fazer revelações sobre o seu próprio passado dominaram o arranque do “Extra” da “1.ª Companhia”, deixando os comentadores entre a perplexidade e a ironia.

Iva Domingues abriu o debate confessando não ser supersticiosa, mas questionou o impacto emocional que aquelas palavras tiveram no ator, que pareceu visivelmente tocado pelo momento.

Isabel Figueira foi a primeira a validar a prestação da recruta, considerando que a leitura foi ao encontro da realidade que se conhece de Pedro Barroso cá fora: “Ficou um bocadinho atrapalhado com o que a Kina lhe disse. E acho que a Kina foi ali certeira em algumas coisas”, notou a comentadora.

Para Isabel Figueira, mais do que uma previsão, aquilo funcionou como uma validação necessária para o ator, especialmente no que toca à sua vida familiar e amorosa: “Eu acho que se calhar o Pedro estava a precisar de ouvir estas palavras. E também de perceber que já se encontrou (…) E que de alguma maneira ele também vai ouvir que vai ter outro filho, que esta é a mulher da vida dele”, analisou.

Leia também: A estratégia repete-se? Kina lê a mão de Pedro Barroso e faz previsão sobre o amor da sua vida

No entanto, o ponto que gerou maior burburinho no estúdio foi a afirmação de Kina de que “morreu” e ressuscitou quando era criança, uma história que apanhou todos de surpresa.

Gonçalo Quinaz não resistiu a utilizar o seu habitual sentido de humor para comentar este episódio insólito, lançando uma farpa divertida: “O pior já passou. Olha, a Kina teve muita sorte. Todos aqueles que eu conheço que morreram não voltaram. Ela conseguiu voltar. Portanto eu fico muito feliz por ela”, atirou o comentador, provocando reações no painel.

Apesar da brincadeira inicial, o antigo futebolista adotou depois um tom mais sério para falar sobre o esoterismo, confessando ter um enorme respeito, e algum receio, destas práticas: “Eu pessoalmente respeito muito estas coisas das mãos. (…) Eu tinha uma colega minha que tinha a mania de andar a ler as mãos e eu andava sempre assim [escondido] ao pé dela”, recordou.

Quinaz explicou que prefere viver na ignorância sobre o que o destino lhe reserva, recusando saber o futuro antecipadamente: “Porque eu não gosto mesmo e não quero saber, não gosto que me digam rigorosamente nada para o que tiver que ser, tudo nas mãos de Deus”, concluiu o comentador.

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