1ª CompanhiaGeral

Gonçalo Quinaz: Pedro Barroso tem “coisas por resolver”. Cândido fala em “travessia no deserto”

O comentador elogiou o caráter do ator, mas notou que ele ficou pensativo após as palavras de Kina. Quinaz acredita que a entrada na 1.ª Companhia serve para Pedro "ficar melhor" e recuperar o seu lugar na profissão.

A leitura de mãos protagonizada por Kina a Pedro Barroso continuou a ser o tema central da noite no “Extra” da “1.ª Companhia”, levando os comentadores a fazerem uma análise mais profunda sobre o atual estado de espírito do ator.

Gonçalo Quinaz, habitual comentador da estação, aproveitou o momento para tecer rasgados elogios à personalidade do recruta, destacando a sua bondade: “Eu gosto do Pedro (…) Eu considero o Pedro com um bom coração. Um bom ser humano”, começou por afirmar.

No entanto, Quinaz não deixou passar despercebida a reação introspetiva do ator às palavras da colega, sugerindo que Pedro Barroso ainda luta contra alguns demónios interiores: “Após a Kina lhe dirigir estas palavras, eu vejo que ele fica pensativo. Eu acho, sem querer entrar no foro íntimo do Pedro Barroso (…) que ele está ainda a passar por algumas coisas e tem ultrapassado muita coisa”, observou.

Para o antigo futebolista, embora o ator esteja “cada vez melhor”, sente-se que “ainda há ali uma ou outra coisa, se calhar, por resolver”.

Quinaz acredita que a participação neste formato militar pode funcionar como uma terapia de choque positiva: “Acho que o facto de ele ter aceito este convite e de estar ali dentro é também para ele ficar melhor e conseguir atingir de forma mais rápida aquilo que ele pretende”, defendeu, sublinhando a qualidade profissional do ator: “Naquilo que é a área profissional dele, ele é exímio. Ele é muito bom. E faz falta”.

Cândido Pereira, também presente no painel, concordou com a visão do colega e trouxe uma perspetiva mais espiritual para o debate, defendendo que o encontro entre Kina e Pedro não foi coincidência: “Eu acredito muito que as coisas acontecem na nossa vida quando têm de acontecer (…) Eu acho que eles estão ali porque foram escolhidos e tiveram que ser aquelas pessoas”, afirmou.

O comentador algarvio sentiu que a interação foi genuína: “Acho este momento aqui, dos melhores momentos que já tivemos dentro daquela casa (…) acho que o Pedro não achou completamente descabido aquilo que a Kina disse, tocou-lhe de alguma forma”.

O comentador utilizou ainda uma metáfora forte para descrever a fase que o ator atravessa, comparando-a a uma “travessia no deserto”.

“Acredito que o Pedro, eu não sei, eu não conheço o Pedro, mas, por vezes, nós estamos numa travessia no deserto. Todos nós, se calhar, já passámos por isso”, refletiu, partilhando que a sua própria experiência de superação foi fundamental para o seu crescimento.

Cândido Pereira mostrou-se convicto de que esta experiência será transformadora para o ator: “Se calhar o Pedro pode estar nessa travessia ao sair dela e esta experiência vai ser incrível para ele. E, de certeza, quando ele sair, vai dizer que viagem, que aventura e que enriquecedor que foi para mim”, concluiu.

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