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GUERRA! “Abutre!” Filho de Betty no banco dos réus a 20 de Abril

José Castelo Branco leva o enteado a tribunal e, EM EXCLUSIVO AO DIOGUINHO, revela todos os "podres".

O “Conde” não tem dúvidas: “Cada vez tenho mais provas que foi tudo, tudo, orquestrado por ele. Plano da violência doméstica, roubo do apartamento, tudo!”

Em plena Sexta-feira Santa, e ainda antes de recordar todas as “patifarias“, o marido de Betty jura que, apesar de tudo, perdoaria Roger: “Se ele aparecesse à minha porta, e eu sentisse que estava a ser genuíno, eu dava-lhe um abraço”.

Em declarações exclusivas ao DIOGUINHO, escritas pela sua própria mão, José Castelo Branco conta tudo em jeito de comunicado.

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“Acuso-o de roubo depois de eu próprio ser vítima de uma acusação de violência doméstica. Quando conheci a Betty, em 1994, ela contou-me que tinha um processo contra o filho e que não falava com ele. Fui ingénuo ao incentivá-la a perdoá-lo. Como pai e como filho, não consegui compreender aquela frieza tão característica da cultura anglo-saxónica.

Houve até um episódio grave, um acidente de carro, em que a Betty tentou atirar-se no meio da IC19. O advogado do Roger chegou a falar com a minha advogada. Ao contrário de Portugal, nos Estados Unidos evita-se ao máximo ir a tribunal, é visto como último recurso. Existe sempre uma tentativa de negociação, de encontrar uma solução que minimize os danos para ambas as partes. Tanto assim foi que o Roger teve de arranjar um advogado à última hora, porque não estava à espera que eu avançasse para julgamento; ele acreditava que eu evitaria esse caminho.

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Pelo que sei, o Roger raramente visitava a mãe. Um amigo em comum disse-me que ele sempre me viu como uma ameaça. Nunca compreendeu porque é que a Betty se apaixonou por mim e, na verdade, nunca gostou de mim. Também nunca quis que eu herdasse fosse o que fosse. A Betty, por sua vez, evitava envolver-se, depois de uma vida inteira a ser mãe sem reciprocidade. Eu insisti para que um pacemaker fosse colocado no coração dela, ao contrário do Roger, que sempre contrariou a minha vontade.

Tenho um medo gritante que ele ainda me prejudique mais. Já passei por demasiado e só quero seguir com a minha vida. Tenho trabalhado imenso para recuperar e estabilizar-me. Os danos foram enormes — não apenas financeiros, por ter andado sem casa, de hotel em hotel, mas também emocionais e morais. Foi um choque profundo.

Ser atacado por um inimigo é algo que todos conseguimos antecipar. Mas ser traído por alguém com quem partilhámos a vida, com quem dormíamos, viajávamos, conversávamos, jantávamos, nos vestíamos, alguém com quem construímos uma relação, isso é devastador. Sinto que entreguei a minha juventude, que me anulei por alguém que me fazia sentir amado num momento difícil da minha vida, após o divórcio da mãe do meu único filho.

Não tenho medo de enfrentar o Roger. O que dói é saber que a Betty escolheu o lado dele, depois de tudo o que ele lhe fez. Se eu quisesse ter sido mau, se quisesse ter tirado partido da situação, teria tido todas as oportunidades para o fazer, mas nunca o fiz. Mesmo com pessoas a alertarem-me e a incentivarem-me a proteger-me do Roger, escolhi agir com amor, sinceridade e honestidade, por respeito à Betty.

Eu não vivo preso ao futuro, vivo o presente. Estou constantemente a reinventar-me. Não dependo de ninguém. Sempre sobrevivi e sempre lutei.

Mas estou cansado. Sinto-me como um cordeiro sacrificado, usado para expiar os erros dos outros.”

Dia 20, às 11 da manhã, 16 horas em Portugal, Roger Basile será presente a juíz, na qualidade de réu, para a audiência definitiva na qual José Castelo Branco também estará presente.

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