Gustavo Santos ameaça com tribunal se não houver pedido de desculpas público: “Tomarei as medidas necessárias”
Sentindo-se alvo de difamação, o autor veio a público defender a sua honra. Gustavo Santos afirma que a sua presença é "desconfortável para o sistema", mas traça o limite na mentira, exigindo uma retratação ou a apresentação de provas no prazo de uma semana.

Gustavo Santos recorreu às redes sociais para emitir um comunicado severo em defesa da sua honra.
Desta forma, veio reagir às alegações feitas por Mariana Bossy e Mafalda Creative num recente episódio de podcast, onde as criadoras de conteúdo afirmaram que o escritor lhes teria oferecido dinheiro para censurar uma parte da conversa.
O autor começou por contextualizar a sua relação com a crítica, admitindo estar habituado ao escrutínio público, mas traçando uma linha vermelha perante o que considera ser uma falsidade caluniosa: “Eu sei que a minha presença nas redes sociais é extremamente desconfortável para o sistema e que, por isso mesmo, sou frequentemente alvo de descredibilização e de gozo (…) No entanto, e tendo em conta as graves declarações proferidas por duas meninas num recente podcast, onde afirmaram que eu lhes tinha oferecido 6 mil euros para tirar uma parte desse episódio onde, hipoteticamente, falavam mal sobre mim”.
Perante a gravidade da acusação, Gustavo Santos lançou um desafio direto e público tanto às autoras do podcast como aos órgãos de comunicação social que replicaram a notícia, exigindo a apresentação de provas concretas que sustentem a narrativa do suborno.
O escritor quer ver os registos digitais que supostamente existem: “Venho por este meio convidar (…) a Mariana e a Mafalda (…) a exporem publicamente a alegada conversa de Instagram que eu tive com elas, onde se veja o envio do alegado áudio, bem como convido as mesmas pessoas e as mesmas entidades a exporem o conteúdo do alegado áudio no prazo de 8 dias”.
Gustavo Santos estabeleceu um ultimato claro, avisando que não deixará o assunto cair no esquecimento se não houver uma reposição da verdade dentro do prazo estipulado.
O autor exige uma retratação formal ou a apresentação das provas, sob pena de avançar para a via judicial para limpar a sua imagem: “Caso assumam, que é raro, proferindo tal falsidade acerca da minha pessoa, no mesmo prazo deverá ser feita uma retratação (…) Passado este prazo de 8 dias, se não existir nenhuma retratação pública ou não forem apresentadas publicamente as alegadas provas que têm, tomarei as medidas necessárias e usarei os meios adequados para que o meu bom nome seja reposto. Simples assim”.