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Homem incendeia estátua de Ronaldo e choca Adriano Silva Martins: “Achei que era uma performance”

As imagens chocaram os comentadores do V+ Fama. Um indivíduo regou com líquido inflamável a estátua do craque junto ao Museu CR7. António Leal e Silva culpa a falta de autoridade no país, enquanto Pimpinha Jardim lamenta a loucura generalizada: "O mundo está perdido".

O programa “V+ Fama” de hoje, exibiu imagens perturbadoras provenientes da Madeira, onde um indivíduo foi filmado a atear fogo à estátua de Cristiano Ronaldo, situada junto ao museu do jogador, no Funchal.

O ato de vandalismo, captado em vídeo e difundido nas redes sociais, deixou o painel de comentadores em estado de choque e incredulidade. Adriano Silva Martins admitiu que, inicialmente, pensou tratar-se de uma “performance” artística, mas rapidamente percebeu a gravidade da situação ao ver o homem a regar o monumento, aparentemente com combustível.

A discussão em estúdio subiu de tom quando António Leal e Silva analisou o incidente à luz da atualidade social, apontando o dedo à falta de respeito pelas autoridades e às falhas no sistema judicial: “Isto é a culpa do país em que estamos a viver. (…) Se este homem soubesse que, ao incendiar uma estátua (…) era sancionado à séria, não o fazia”, defendeu o comentador, mostrando-se pessimista quanto às consequências para o autor do crime: “Não lhe vai acontecer nada. A culpa morre sempre solteira.”

Pimpinha Jardim partilhou da consternação geral, lamentando o estado da sociedade e questionando a sanidade mental de quem pratica tais atos: “O mundo está perdido, está maluco. (…) Não consigo perceber o que é que passa pela cabeça de um homem ir fazer isto a uma estátua”, desabafou, sugerindo que o autor poderia ter “um parafuso a menos”.

Pedro Capitão, por sua vez, destacou a insensibilidade do ato, ocorrido em plena via pública e perto da residência da mãe do jogador, Dona Dolores Aveiro: “Para além de uma falta de respeito, um ato de vandalismo puro. E gravado”, criticou, condenando também quem filmou e partilhou o vídeo.

Apesar da revolta dos comentadores e das dúvidas sobre a eficácia da punição, Adriano Silva Martins relembrou que a PSP já abriu uma investigação por crime de danos e que o autor poderá ficar com cadastro. O debate encerrou com uma reflexão sobre os limites da liberdade e a necessidade de regras numa sociedade civilizada, com António Leal e Silva a alertar que “se nós não vivemos com regras… somos todos malucos”.

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