Inês Morais arrasa concorrentes por “pegarem Ariana ao colo” e aponta teatro coletivo
Inês Morais não poupou as críticas ao grupo
A comentadora do Secret Story 10 não poupou as críticas ao grupo, afirmando que todos sabiam do segredo de Diogo e Eva e que o atual drama não passa de um aproveitamento estratégico.
O rescaldo da revelação do segredo de Eva e Diogo gerou uma das análises mais pesadas e viscerais desta edição no painel do Última Hora. Enquanto a casa se divide entre o apoio a Ariana e o isolamento do casal, os comentadores em estúdio decidiram furar a bolha do politicamente correto.
Inês Morais, fiel ao seu estilo direto, foi a primeira a apontar o dedo à hipocrisia geral dos concorrentes que agora fingem choque absoluto: “Ao estarem a amparar e a pegar a Ariana ao colo, estão a passar um bocado um atestado de burrice a eles todos. O segredo não foi só revelado para a Ariana, foi revelado para toda a gente. O Diogo chegou a dizer à Ariana que não era irmã. Dois e dois são quatro. Para mim, parece que não só a Ariana foi pouco inteligente, como todos estão a ser. Sinto um bocadinho de aproveitamento geral“.
A vencedora do Big Brother 2024 defendeu que a casa está a viver uma simulação coletiva, onde os jogadores decidiram abraçar a narrativa da vítima para ganharem pontos junto do público, ignorando que os sinais da relação entre Diogo e Eva eram evidentes há semanas. Nuno Eiró, acompanhando o raciocínio, sublinhou que é preciso distinguir as considerações morais da estratégia de jogo pura e dura que está a ser montada contra o casal de Ovar.
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No entanto, o debate subiu de tom quando o foco passou para o estado psicológico de Eva Pais. Isabel Figueira mostrou-se seriamente preocupada com a “expressão seráfica” e a apatia da concorrente perante a humilhação pública. Para a comentadora, a conduta de Eva não é uma estratégia de mestre, mas sim o reflexo de um relacionamento problemático: “A Eva vive um relacionamento desde os dezasseis anos com o Diogo. Eu não acho que seja uma relação normal, acho que é uma relação tóxica. Isso para mim é visível nesta apatia e na maneira como ela reage a situações que qualquer pessoa reagiria de maneira diferente. Acho que a Eva precisa de ajuda. Isto leva-me para um campo de uma sanidade mental um bocadinho complicada“.
A análise de Isabel Figueira foi prontamente contestada por Inês Morais, que prefere acreditar no calculismo e na frieza de Eva do que numa dependência emocional debilitante. Contudo, o consenso no painel pareceu inclinar-se para a ideia de que a casa se tornou um tribunal de conveniência, onde João Santos assumiu o papel de juiz e carrasco. Catarina Quintas e Isabel Figueira questionaram a suposta amizade de João por Eva, notando que quem é amigo ouve primeiro e não condena sem apelo nem agravo: “Faltou a parte de ouvir. Para mim, de facto, ele não é amigo dela, não está a ser“.
O retrato final pintado no Última Hora é o de uma casa em guerra fria, onde Ariana usa a sua sede de vingança para mobilizar o grupo e onde Eva, isolada pelo seu próprio silêncio, se tornou o alvo ideal para os defensores das causas perdidas.
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