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Inês Morais arrasa jogo duplo de Hugo: “Não tem arcabouço para dizer as coisas na cara”

O painel de comentadores do Diário analisou as recentes movimentações na Casa dos Segredos. O concorrente de Felgueiras foi acusado de ser dissimulado e de fazer intriga barata.

As movimentações estratégicas de Hugo, Hélder e Sara estiveram em destaque no Diário do Secret Story 10, com os comentadores Inês Morais, Adriano Silva Martins e Leandro a analisarem os comportamentos dos três moradores.

A postura de Hugo foi alvo de duras críticas por parte de Inês Morais, que reprovou a tentativa de criar atritos nas costas dos colegas sem assumir as posições de forma frontal.

A comentadora considerou o jogo do empresário pouco inteligente face às ferramentas televisivas atuais: “Ele é um dissimulado. Nada coerente. Ele diz uma coisa, fala uma coisa com ela, tem outra conversa na casa de banho, passa outra coisa completamente diferente à Sara. Não consigo entender. Ser apanhado a falar mal nas costas quando não tem arcabouço para dizer as coisas na cara e para dizer as coisas como são, claramente se sente intimidado pela Sara, achei fraquíssimo”.

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Adriano Silva Martins concordou com a colega de painel e lamentou a inabilidade de Hugo para a manipulação do grupo, apesar do sucesso inicial na concretização da sua missão secreta: “Adoro uma boa intriga, mas tem que ser muito bem feita. Ele não está a fazer bem a intriga, ele não está a saber jogar as suas cartas”.

A influência de Hélder sobre os restantes moradores masculinos, como João e Diogo, também intrigou o painel da TVI.

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Adriano Silva Martins confessou ter dificuldades em compreender a elevação do jovem dentro da dinâmica da casa e acusou-o de necessitar de seguidores para se afirmar: “O Hélder é um ponto de interrogação. O Hélder só se sente forte sendo o chefe de um gangue. Um gangue que também não tem feito nada, absolutamente nada”.

Leandro partilhou a sua perspetiva sobre o comportamento do concorrente e justificou a sua postura com uma clara ambição de chefia: “O Hélder, enquanto concorrente, está-se a tentar destacar ali como o líder e o amigo do restante grupo masculino. Ele quer-se destacar, está a ter um poder sobre os outros porque a opinião dele está a prevalecer em alguns”.

O embate entre Hélder e Sara foi outro dos temas abordados, com os comentadores a tentarem descortinar as verdadeiras intenções da estratega.

Inês Morais considerou que Sara forçou a sua personagem desagradável nos primeiros dias e que o ambiente pacífico da casa prejudicou os seus planos de antagonismo: “Eu acho que a Sara está a ser uma boa concorrente. No entanto, eu sinto que ela abrandou porque o excesso politicamente correto daquela casa não lhe permite fazer mais. Ela tentou fazer ali um jogo de tentar ter uma postura mais fria para virar as pessoas contra ela e para ela ter o protagonismo. Só que as pessoas não compactuaram com isso”.

A ex-vencedora do Big Brother sublinhou que apenas Hélder compreendeu o tipo de jogo que Sara pretendia implementar, enquanto os restantes moradores recusaram alimentar os conflitos procurados pela jovem.

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